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sábado, 30 de março de 2013

HOLOCAUSTO RUSSO E ATEU CONTRA RELIGIOSOS


PORQUE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO EM MASSA DEFENDEM OS ATEUS?
Novo Documentário mostrará a crueldade do “Ateísmo militante”.
A violência contra o ser humano é uma das páginas mais constantes e nefastas de toda a história da humanidade em todos os tempos. Nas últimas décadas tem havido grandes genocídios, alguns devido as guerras étnicas em Ruanda que exterminou oitocentos mil pessoas, na Armênia um milhão, e o Holocausto mais de seis milhões.
Existe um projeto em andamento, que visa contar a história que revelará os “ateus militantes” perseguindo a fé cristã em todos os países comunistas, liderados pela ex-União Soviética.
O documentário coloca em pauta o que ocorreu, comandado pelos ateus, na Revolução Francesa, na República Popular da China, na República Socialista da Albânia e também na Coréia do Norte.
Estima-se que, no regime socialista, liderados pelos ateus, o extermínio de cristãos chegou a doze milhões de assassinados.
Este novo documentário está sendo projetado,  com o título “Martirizados na URSS”, o qual revelará as violências sofridas pelos cristãos e todos os grupos que criam em Deus. Veremos Lênin, Stalin, Kruschev e outros como verdadeiras ferramentas do diabo, tirando a vida de religiosos.
O diretor e também produtor de tal documentário,Kevin Gonzales, encontrou uma mulher, russa, seus avós, seus pais e alguns amigos da mulher, que viram e viveram várias atrocidades desencadeadas pelos militantes ateus, e desta forma decidiu revelar tudo o que ouviu destas  testemunhas oculares.
Como revelava toda a literatura produzida pelos cristãos perseguidos na era socialista, o alvo  sempre foi “destruir e tirar do mapa a religião”, e por isso, destruíram templos, sinagogas, mesquitas e tudo que representava a religião.
Os pontos fortes da perseguição foram:
  • O envio de milhões de religiosos para os “Campos de Concentração e de trabalhos forçados” na Sibéria.

Em 1929 passou a haver uma Associação de ateus militantes, que trabalhou conjuntamente com o governo da União Soviética na busca e assassinato de montões de crentes.
  • Os templos tornaram-se “museus do ateísmo”, e depósitos das porcarias deles. 
  • Na crucificação de Jesus Cristo, na perseguição promovida pelos soviéticos e  ateus contra os cristãos, e, também hoje, entre as principais armas deles sempre estiveram as zombarias aos crentes fiéis.  
  • Fecharam centenas de Igrejas Ortodoxas Russas, que representavam a maior denominação cristã daqueles lugares.
  • Foram perseguidos e assassinados muitos crentes batistas, metodistas, presbiterianos luteranos, e de todos os grupos religiosos que assumiam que eram cristãos.
  • Para  desmotivar e anular o trabalho religioso, proibiram as igrejas de doarem alimentos aos pobres, e desenvolverem os seus projetos educativos, que sempre foram uma das marcas da religião cristã na sociedade.
  • Proibiram a publicação de qualquer literatura religiosa.
  • Proibiram a realização pública de cultos com a presença de crianças e jovens.
  • Lavagem cerebral - O comunismo fazia um trabalho de “lavagem cerebral” nas crianças, jovens e adultos, fazendo-os repetir milhares de vezes: “Não há Deus!”
  • Entregaram todo o Sistema Educacional até o nível universitário para os ateus. 
Para quem sempre leu alguma literatura produzida pelos cristãos perseguidos da época, o objetivo era forçar todos a “curvarem-se somente ao governo socialista e ao ateísmo”.
O número de vítimas por assassinatos chegou a doze milhões de cristãos, muçulmanos, judeus, budistas. Entre estes grupos religiosos muitos morreram por defenderem a sua fé.
Os ateus e os governos russos que praticaram a carnificina, além de cruéis, até hoje, são covardes, pois, eles têm eliminado dos livros de história dos seus países todos os relatos da sua criminalidade.
Até meados de abril este novo documentário será lançado em DVD nos Estados Unidos da América.
Devemos torcer muito para que este trabalho seja divulgado em todo o mundo, e que sirva de alerta para os cristãos, pois, em pleno Século XXI, as leis que estão sendo criadas na Europa, na América do Norte e na América do Sul, principalmente tendo como desculpa a homofobia, certamente, o objetivo maior e camuflado é a volta do modelo praticado dentro do Socialismo, e quando tais leis estiverem completamente aprovadas a carnificina será assombrosa.
Os meios de comunicação de massa deveriam estar do lado de todos os cidadãos, porém, não dá para entender, porque usam o seu poder, para  massacrar os religiosos e idolatrar os ateus!
Uma das forças da Ditadura Militar no Brasil e outros lugares, geralmente, são os meios de comunicação, que para levarem vantagem, não levantaram a sua voz contra a tirania!
Que Deus nos livre de viver novamente o que gerações passadas sofreram!
Algumas atitudes nós, os cristãos, podemos tomar para evitar a volta daquelas atrocidades:
Muita Oração!
Amor à Causa do Senhor!
Nas eleições, procurar reconhecer os políticos que são contra e não respeitam as práticas religiosas, e simplesmente, eliminá-los do poder político, pois, o poder que eles têm é dado pelo eleitor, e, atualmente, no Brasil, os evangélicos poderão decidir muito bem uma eleição.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

quarta-feira, 16 de março de 2011

Disque Perseguição Religiosa

Um número telefônico para perseguir os que se opõem ao homossexualismo

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz 
O Brasil não tem uma lei que tipifique como crime a oposição ao homossexualismo. O PLC 122/2006, que pretende isso, foi desarquivado graças a um requerimento da Senadora Marta Suplicy (PT/SP)[1], eleita com o apoio de Gabriel Chalita[2], membro da Canção Nova.
Porém, mesmo antes de o PLC 122/2006 ser aprovado, o governo Dilma já criou um “serviço” de perseguição àqueles que desaprovam o vício contra a natureza. No dia 29 de fevereiro de 2011, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, anunciou que o Disque 100, número gratuito que recebe 24 horas por dia, ligações em defesa dos direitos humanos em todo o país, passaria a receber denúncias de “ações homofóbicas”[3]. São palavras da ministra: “Vamos criar uma rede de contatos em parceria com estados e municípios, com o objetivo de obter dados mais reais de casos de homofobia no país e garantir que os culpados sejam investigados e punidos”.
Note-se que, mesmo sem previsão legal, a ministra já quer dar punição aos que não encaram com naturalidade as condutas antinaturais. Quem denuncia não precisa preocupar-se, pois é garantido o “sigilo da fonte”. Portanto, no final do segundo mês da posse de Dilma, seu governo já instalou a perseguição religiosa baseada em ligações telefônicas gratuitas e anônimas. Os que professam a fé cristã devem estar preparados para um policiamento semelhante à KGB soviética e à Gestapo nazista. Alguns exemplos ajudarão a esclarecer a gravidade do quadro.
1. A Santa Missa está sendo celebrada. Durante a homilia, o sacerdote faz alusão ao primeiro capítulo da carta de São Paulo aos Romanos, que condena fortemente o homossexualismo, tanto feminino quanto masculino (Rm 1,26-28). Cita as palavras do Apóstolo segundo o qual o entregar-se a “relações contra a natureza” (Rm 1, 26) foi o castigo daqueles que “trocaram a verdade de Deus pela mentira” (Rm 1,25). Nesse momento alguém passa pela frente da igreja e se sente incomodado com a pregação. Dirige-se a um telefone público e denuncia o celebrante “homofóbico”.
2. Uma mãe de família, preocupada com a integridade moral das crianças, resolve não admitir uma lésbica para trabalhar como babá de seus filhos. A candidata ao emprego, vendo-se frustrada, pega seu telefone celular e denuncia aquela senhora por essa “ação homofóbica”.
3. O dono de um estabelecimento comercial pede que se retirem dois homens que estão praticando atos obscenos. Eles saem, mas procuram imediatamente um telefone para denunciar o comerciante que não tolera a “diversidade sexual”.
4. O reitor de um seminário descobre, espantado, que um dos seminaristas é homossexual. Ele havia tentado seduzir um dos colegas, mas este levara o caso à reitoria. Diante do reitor, o homossexual confessa sua conduta. Com caridade, mas também com firmeza, o reitor decide afastar esse estudante do seminário. O Bispo diocesano apoia essa decisão. Inconformado, o ex-seminarista disca para o governo denunciando como “homofóbicos” o reitor, o bispo e o colega que não se deixou seduzir.
Por ora, sem uma lei “anti-homofobia”, é difícil imaginar o que o governo poderá fazer contra os cidadãos denunciados. Pois, segundo preceito constitucional, “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal” (art. 5º, XXXIX, CF). Parece que o “Disque Homofobia” foi criado em previsão (e em preparação) à aprovação do PLC 122/2006. Tudo está preparado para a instalação do terror depois que a lei for aprovada.
Os militantes pró-homossexualismo, para ganhar adeptos a sua causa, tentam mostrar estatísticas (verdadeiras ou falsas) de homicídios ou lesões corporais praticados contra pessoas homossexuais. Dizem que é indispensável criar uma lei para coibir essa “onda de violência”.
Lamentavelmente, nem todos os cristãos sabem se posicionar com firmeza diante desse argumento. Alguns dizem que tal lei é necessária, mas não admitem que as penas propostas sejam tão severas. Outros dizem que a lei é desnecessária, uma vez que a legislação penal já pune os crimes contra a vida, a integridade física e a honra dos cidadãos. Quase ninguém atinge o núcleo da questão para dizer que a proposta de lei não é apenas “desnecessária”, mas totalmente absurda. Imaginemos a história seguinte.
Brasil sem ebriofobia?
O governo brasileiro se mostrou preocupado com o alto número de bêbados vítimas de homicídio, lesão corporal ou injúria. Considerando esse quadro como fruto de um “preconceito” contra os ébrios, o presidente lançou o programa “Brasil sem ebriofobia”. O objetivo foi convencer a população a respeitar a opção “beberal” de cada um, sem privilegiar o comportamento abstêmio em relação ao comportamento alcoólatra. Para isso, foram promovidas passeatas de “orgulho ébrio”, nas quais os bêbados, portando garrafas de aguardente, eram calorosamente acolhidos pelos governantes. Nas escolas, as crianças passaram a aprender que ser ébrio ou ser abstêmio eram duas orientações “beberais” legítimas. Ninguém deveria considerar o alcoolismo como um vício ou como uma doença. Nem a sobriedade podia ser considerada uma virtude. No Congresso Nacional foi aprovada uma lei “antiebriofobia”, que considerou crime qualquer manifestação contrária aos alcoólatras. A lei passou a punir com penas especiais os homicídios, lesões corporais e injúrias quando a vítima fosse um ébrio. E assim, os bêbados ficaram livres de um “preconceito” que pesava sobre eles desde muitos séculos.
Analisando a história
O caso narrado acima é evidentemente absurdo. Se o ébrio tem direitos, os tem apenas na qualidade de pessoa, mas não na qualidade de ébrio. A embriaguez não acrescenta – nem pode acrescentar – direitos ao cidadão normal. O absurdo da fictícia lei “antiebriofobia” era querer dar direitos a um vício. Se um bêbado é morto, o homicida deve ser punido, conforme a legislação penal. Mas é absurdo que o autor do crime receba uma pena extra pelo fato de a vítima ser alcoólatra. O mesmo se diga das lesões corporais e injúrias praticadas contra um ébrio.
O que a embriaguez e o homossexualismo têm em comum? Vejamos esta passagem da primeira carta de São Paulo aos coríntios: “Então não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10). A Palavra de Deus elenca, portanto, entre os que não terão parte no Reino de Deus tanto os ébrios (“bêbados”) como os homossexuais (“efeminados” e “sodomitas”).
Se um homossexual é assassinado, o homicida deve ser punido. Mas é um absurdo que a lei imponha uma pena especial pelo fato de a vítima ser homossexual. O mesmo se diga de alguém que espanca um homossexual. Não tem cabimento que o autor responda por um crime mais grave do que a lesão corporal prevista no Código Penal.
O núcleo do PLC 122/2006 é que ele, pela primeira vez na história legislativa brasileira, pretende dar direitos ao vício. Em nosso país isso é inédito, embora já existam coisas semelhantes em leis estrangeiras, com efeitos desastrosos.
O amor aos pecadores
Os pecadores têm um lugar especial no Cristianismo. Jesus disse textualmente: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. [...] Com efeito, eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Mt 9,12-13). Ele, que acolheu a mulher adúltera que estava para ser apedrejada (Jo 8,2-11) e o ladrão que fora crucificado ao seu lado (Lc 23,39-43), não rejeitaria um homossexual penitente. Certamente, Ele o perdoaria dizendo: “Vai, e de agora em diante, não peques mais” (Jo 8,11).
O auxílio que Jesus veio trazer aos pecadores é libertá-los do pecado. Afinal, disse Ele, “quem comete pecado é escravo” (Jo 8,34).
O PLC 122/2006 pretende, não libertar os homossexuais, mas consolidar sua escravidão. Longe de estimular uma verdadeira mudança de conduta (“conversão”), o projeto pretende glorificar o vício contra a natureza. Numa total inversão de valores, ele pretende que sejam punidos como criminosos aqueles que censuram o comportamento antinatural.
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira 

quinta-feira, 10 de março de 2011

Padre manda destruir igreja evangélica no Piauí



Os moradores do bairro Baixão da Guiomar acusam o Prefeito de São Raimundo Nonato (Piauí), Padre Herculano de Negreiros, de mandar, sem autorização judicial, derrubar uma Igreja Evangélica.
De acordo com a Sra. Maria Teresa Brito, proprietária do local, abalada, diz que a igreja não está na rua, ela tem a documentação registrada em cartório do local.
Os moradores se dizem indignados com a atitude do Prefeito Herculano que mandou um trator junto com a Polícia Militar destruir a igreja.
De acordo com a Polícia Militar, existe um decreto de n° 153/2001, que solicita a Polícia Militar acompanhar os fiscais para demolir a Igreja com o Ofício de n° 063. Segundo, ainda, o Tenente da Polícia Militar, o proprietário já havia recebido várias notificações. Copiado do NC
A proprietária Maria Brito esteve abalada e chorou bastante quando viu a Igreja destruída. Sua casa que fica ao lado teve paredes rachadas e segundo ela, toda a população está chocada.

Notícias Cristãs com informações do Ai5Piaui.com





Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

Muçulmanos perseguem, mas Igreja do Azerbaijão cresce


Em um país onde a religião tem sido restrita, a igreja do Azerbaijão cresce e alcança espaço. Essa é a mensagem do presidente da Rússia Ministérios, Sergey Rakhuba, que está viajando ao longo da antiga União Soviética esta semana.

Rakhuba diz que enquanto o governo exigir o recadastramento de todas as organizações religiosas, infelizmente nenhuma igreja evangélica tem permissão para o registro.

Rakhuba afirma que a perseguição continua. "Vários pastores foram presos por vários meses, em nome de sua igreja. Então eles os provocam, os jogam na prisão e os perseguem".

Apesar do aumento da perseguição, o crescimento da Igreja não foi afetado na nação que é predominantemente muçulmana. Rakhuba diz que os jovens estão abertos ao Evangelho. "Eles dizem: 'Nós queremos ter um relacionamento com Deus. Queremos saber mais sobre Deus. Entretanto, o Islã tradicional não nos dá nenhum motivo para aprender mais sobre Ele”.

Muitos estão se voltando para Cristo secretamente, diz Rakhuba, e estes novos crentes são apaixonados pelo evangelho. "Eles são tão ativos e espertos. Eles são estratégicos na aproximação com as aldeias no Azerbaijão sob forte ameaça", finaliza Rakhuba.

Após o Onze de Setembro nos USA os muçulmanos tentaram de todas as formas tirar das costas a culpa pelo atentado que matou muitas pessoas. Sempre estão dizendo que não são perseguidores e que a sua religião é promotora  da paz, etc.

Mas o que se vê são os homens e mulheres bombas por toda a parte no mundo oriental e geralmente são adeptos do movimento muçulmano. 

Esse povo não tem nada a ver com o amor de Deus nem com os seus  propósitos.


Fonte: Mission Network News
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

sexta-feira, 4 de março de 2011

Suprema Corte dos EUA diz que igreja antigays pode protestar em funerais



A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta quarta-feira que uma polêmica Igreja do país tem o direito de protestar em funerais de militares, apesar do impacto psicológico que isso causa aos parentes dos mortos.

Membros da Igreja Batista Westboro, liderados pelo reverendo Fred Phelps, protestaram em vários funerais militares para chamar a atenção para a visão deles de que as mortes de militares americanos no Iraque e no Afeganistão são uma punição para a imoralidade dos americanos, incluindo sua tolerância com gays e a prática do aborto.

A igreja vinha sendo processada por Albert Snyder, pai de um dos soldados mortos, que esperava receber uma indenização pelo desgaste emocional causado pelos protestos.

Entretanto, por 8 votos a 1, a Suprema Corte decidiu que os protestos podem ser realizados devido à Primeira Emenda da Constituição americana, que protege a liberdade de expressão no país.

‘Obrigado pelas mortes’
O filho de Albert, Matthew Snyder, foi morto no Iraque em 2006, e seu corpo voltou ao Estado americano de Maryland para o enterro, quando membros da igreja batista Westboro fizeram um protesto.

Os manifestantes marcharam com placas com os dizeres “Obrigado, Deus, pelos soldados mortos”, “Você vai para o inferno” e “Deus odeia os EUA/Obrigado, Deus, pelo 11 de Setembro”, que forçaram o cortejo fúnebre a alterar sua rota.

Snyder entrou na Justiça em março de 2006, acusando a igreja de infligir danos emocionais intencionalmente, e ganhou o direito de receber US$ 11 milhões num julgamento em 2007, valor que foi posteriormente reduzido para US$ 5 milhões por um juiz.

O pai do soldado argumentou que o caso não era sobre liberdade de expressão, mas sobre como a igreja, baseada em Topeka (cidade no Estado do Kansas), o perturbou.

Mas um tribunal federal de recursos do Estado da Virgínia derrubou a decisão e o direito à indenização, dizendo que a Constituição respaldava os membros da igreja. O caso, então, foi para a Suprema Corte.

Primeira Emenda
Segundo o juiz da Suprema Corte John Roberts, “o que a Wesboro disse, em todo o contexto de como e onde decidiu dizer, se aplica à ‘proteção especial’ sob a Primeira Emenda, e essa proteção não pode ser derrubada por um júri que achar que o protesto foi indecente”, escreveu o juiz John Roberts.

Membros da igreja, liderados pelo reverendo Fred Phelps, protestaram em vários funerais militares para chamar atenção para a visão deles de que as mortes de militares americanos no Iraque e no Afeganistão são uma punição para a imoralidade dos americanos, incluindo sua tolerância com gays e a prática do aborto.

“O discurso é poderoso. Ele pode levar as pessoas à ação, fazê-las chorar de alegria e tristeza e, como fez aqui, infligir grande dor”, os juízes disseram na quarta-feira.

O juiz Samuel Alito foi o único a votar contra a decisão. “No intuito de ter uma sociedade em que questões públicas podem ser debatidas aberta e vigorosamente, não é necessário permitir a brutalização de vítimas inocentes como o requerente. Eu, portanto, respeitosamente discordo”, ele escreveu.

Após a decisão, Margie Phelps, filha do reverendo e representante legal da Westboro, disse a repórteres que o caso “pôs um megafone na boca de uma pequena igreja”.

“Nós lemos a lei. Nós seguimos a lei. A única forma de haver uma decisão diferente seria rasgando a Primeira Emenda.”


Fonte: Libertos do Opressor e BBC Brasil
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Missionário da Jocum assassinado


Tragédia em Nairobi deixa Jocum em alerta. A Jocum está devastada em noticiar que por volta de uma da manhã na sexta-feira, 25 de fevereiro, ladrões armados invadiram um orfanato operado por um time da Jocum em Athi River, Quênia, a 50 km de Nairobi. Um casal holandês, Ebel e Lora Kremer, gerenciavam o orfanato. No ataque, Ebel foi baleado e morto na frente de sua esposa e de seus dois filhos pequenos. Um vigia noturno também ficou ferido no tiroteio.

O orfanato compartilha uma propriedade com uma comunidade da Jocum que está se preparando para receber a formatura da Escola de Treinamento de Discipulado (Discipleship Training School) e que recebeu, recentemente, estudantes para a nova DTS. Membros profissionais da equipe de cuidados e trauma da Jocum África e outros líderes da missão estão em cena para prestar suporte e cuidados.

Pedimos orações pela família, equipe e estudantes da Jocum de Athi River.

Fonte: Creio