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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

ESTUDO BÍBLICO

GRANDES RECOMPENSAS DA PALAVRA DE DEUS
Texto Bíblico: Salmo 119:161-168
161 Os poderosos perseguem-me sem motivo, mas é diante da tua palavra que o meu coração treme.
162 Eu me regozijo na tua promessa como alguém que encontra grandes despojos.
 163 Odeio e detesto a falsidade, mas amo a tua lei.
164 Sete vezes por dia eu te louvo por causa das tuas justas ordenanças.
165 Os que amam a tua lei desfrutam paz, e nada há que os faça tropeçar.
166 Aguardo a tua salvação, Senhor, e pratico os teus mandamentos.
167 Obedeço aos teus testemunhos; amo-os infinitamente!
168 Obedeço a todos os teus preceitos e testemunhos, pois conheces todos os meus caminhos. NVI
TESE: “A Palavra de Deus é a fechadura que nos guarda com segurança!”
INTRODUÇÃO
Chin é a letra do alfabeto hebraico que encabeça  esta que, é a 21ª estrofe deste Poema Acróstico.
A oposição dos príncipes indica que o salmista era uma pessoa poderosa, provavelmente o rei de Israel. (161)
O salmista diz que encontrar a Palavra de Deus, é encontrar “grandes despojos.”
 “Despojos” eram as riquezas do inimigo como armas, vestes luxuosas e caras, dinheiro, jóias, animais e utensílios que, enriqueciam e alegravam os vitoriosos nas guerras.
Nas épocas bíblicas e principalmente do Velho Testamento quando dois exércitos entravam em guerra, os soldados levavam consigo as suas riquezas. O exército perdedor, além de perder uma totalidade das vidas humanas, perdia, também, todas as riquezas que havia levado consigo. O exército vencedor ficava com todas as riquezas que, eram chamadas “despojos.”
Neste texto o salmista vê o povo de Deus como um exército em guerra.
O apóstolo Paulo disse que a vida cristã é uma constante guerra contra potestades.
Para o salmista o grande despojo e tesouro do crente nesta guerra é encontrar a Palavra de Deus, através:
·         do amor à Palavra de Deus. 165,167
·         da leitura da Palavra de Deus. 168
·         da meditação na Palavra de Deus. 161
·         do louvor por causa da Palavra de Deus. 164
·         da obediência à Palavra de Deus. 166-168
·         do tremor diante da Palavra de Deus. 161
Entre os tesouros que podemos encontrar na Palavra de Deus, neste texto são citados três:
1. A ALEGRIA - 162
            O salmista compara a alegria produzida pela Palavra de Deus com a alegria da vitória em uma guerra e os vencedores ganhando as riquezas do exército inimigo.
                A alegria advinda da Palavra de Deus tem várias origens:
      I.        O conteúdo da Palavra
·         É a Palavra de Deus
·         É o guia seguro para a nossa peregrinação na terra
·         É o pontapé inicial em nossa comunhão com Deus.
    II.        As lutas que lutamos para compreendê-la:
Lutar contra certas doutrinas apóstatas, antes de termos realmente chegado às verdadeiras.
   III.        As promessas de Deus inseridas erm Sua Palavra.
  IV.        As revelações contidas na Palavra.
   V.        Os despojos (tesouros) nela encontrados:
·         O resultado de uma guerra é algo muito incerto, mas o despojo é o fim da incerteza.
Os dois exércitos vão à guerra no intuito de serem vencedores, mas, somente um vencerá. Só se conhece o vencedor no final da luta.
·         Despojo é o enfraquecimento do adversário para quaisquer ataques futuros.
Além das vidas ceifadas, o exército perdedor perdia todas as suas armas de guerra, e a riqueza que poderia comprar e fabricar novas armas e ainda custear novas guerras.
·         Despojo é a garantia da vitória cabal sobre a guerra.
Neste poema o seu escritor coloca em Deus e em suas palavras,  o seu grande despojo, o seu grande tesouro.
O compartilhar o despojo, é um dos estágios fascinantes que produz a alegria do crente, sendo também uma das recompensas da Palavra de Deus.
2. GRANDE  PAZ . 165
Em todo este capítulo  paz não é ausência de tribulações, provações e  inquietudes.
O que o autor está dizendo é que,  esta grande paz é produto de:
·         Grande amor a uma grande lei.
·         Grande sustentação diante de grandes desafios.
O crente deve encarar a Palavra de Deus com amor.
Independentemente das circunstâncias “grande amor pela Palavra de Deus  produz grande paz!”
A paz advinda da Palavra de Deus tem várias origens:
·         A reconciliação com Deus: Portanto, havendo sido justificados pela fé, temos paz com Deus, por meio do nosso Senhor Jesus Cristo!” Rom. 5:1
·         Uma boa consciência pela supressão de desejos maus. Quando Deus entra na vida do homem, Ele retira de lá as coisas ruins que, prejudicam e destroem tanto a si como ao seu próximo.166-168
·         Paz com os homens pela prática do amor aprendido da Palavra de Deus. 165 Onde se pratica o amor, não há motivo medo: No amor não existe receio; antes, o perfeito amor lança fora todo medo. Ora, o medo pressupõe punição, e aquele que teme não está aperfeiçoado no amor!” I João 4:18
Spurgeon diz que, a paz que surge do amor à Palavra de Deus, é uma segurança contra o tropeço: "nada há que os faça tropeçar": 165
·         Nem a cruz de cada dia
Jesus disse aos seus discípulos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me!” (Mat. 16:24)
·         Nem a provação ardente
Então voltaram para Listra, Icônio e Antioquia, fortalecendo os discípulos e encorajando-os a permanecerem na fé, dizendo: "É necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus". Atos 14:20-22
·         Nem a doutrina ardente
“Jesus Cristo disse, quando ensinava na sinagoga de Cafarnaum. Ao ouvirem a sua doutrina, muitos dos seus discípulos disseram: ‘Dura é essa palavra. Quem consegue ouvi-la?’ Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo. Jesus perguntou aos Doze: ‘Vocês também não querem ir?’ Simão Pedro lhe respondeu: ‘Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna!" João 6:59-60,66-68
A paz que o crente desfruta vem.  (165):
      I.        de uma  consciência livre de acusações.
    II.        De uma vida conforme às exigências da Palavra de Deus.
   III.        da certeza de aprovação e bênção divinas.
  IV.        Dos  privilégios e prazeres oferecidos pela Palavra de Deus.
   V.        Da segurança encontrada na Palavra de Deus:
Por tudo isso o crente está preparado para toda a caminhada com Deus.
Na tentação. está comprometido com a perseverança, porque o crente tem a promessa  divina de proteção.
Tudo isso para o crente é recompensa da Palavra de Deus.  
3. A SALVAÇÃO 166
Este é objetivo primordial da Palavra de Deus para o homem.
Para o salmista Salvação seria o livramento das forças inimigas que buscavam a sua morte.
Seria o livramento do terror que os homens malignos estavam promovendo contra ele.
Embora não tenha sido o que o salmisto tinha em sua mente, este versículo tem sido cristianizado, para falar da esperança cristã da salvação em Cristo.
Para o crente a salvação é a certeza de uma vida que não  envergonha.
Para a salvação o crente tem o Único Deus com as suas promessas, e seu único plano de salvação como alicerce de sua fé.
Enquanto aqui no mundo a salvação é uma boa esperança através da graça: “Aguardo a tua salvação!” 166
Desde o Velho Testamento  Salvação é dádiva de Deus: O salmista não diz que aguarda a salvação, e, sim, "aguardo a tua salvação". 166
Obediência à Palavra de Deus é o testemunho que o crente dá de sua salvação, como disse o salmista:  "e pratico os teus mandamentos" 
4. DUAS GARANTIAS SÃO RECOMPENSAS DA PALAVRA DE DEUS 165
Este texto bíblico garante clara e objetivamente para queles que amam a Palavra de Deus.
      I.        Uma posse dada por Deus: "Desfrutam paz".
    II.        Uma imunidade dada por Deus: "Nada os fará tropeçar".
Há Paz no Amor do crente pela Palavra de Deus: “Grande paz têm os que amam a tua lei.”
Até mesmo na presença de potentes inimigos, o salmista tem uma paz interior que brota do seu amor pela Palavra de Deus.
CONCLUSÃO
O salmista estava sob provação severa, inclusive sofrendo ameaça de morte, mas, porque brilhava nele a sua fé, seu amor e obediência nas promessas de Deus, ele desfrutava de “grande paz”.
A Escritura toda é divina: autoridade igual está presente em cada versículo; nenhuma distinção deve ser feita de maior ou menor obrigação.
O apóstolo Paulo disse: A Bíblia inteira nos foi dada por inspiração de Deus, e é útil para nos ensinar o que é verdadeiro, e para nos fazer compreender o que está errado em nossas vidas; ela nos endireita, e nos ajuda a fazer o que é correto!” 2Tm 3:16 BÍBLIA VIVA
O código moral da Palavra de Deus é uma unidade. 
“Alegro-me nas tuas  promessas!” 162 é uma afirmação de que, a Doutrina Bíblica produz alegria, e existem deleites em obedecê-la.
Este versículo bíblico tem sido cristianizado, para falar da alegria que a fé cristã produz no crente em Cristo.
Há alegria, para quem está conectado com a Palavra de Deus, e servindo a Cristo..
Quanto mais obedecermos à Palavra  de Deus, mais a amaremos.
Quanto mais amamos a Palavra de Deus, mais a obedeceremos.
A fechadura que nos guarda bem seguros contra os “tropeços que a vida impõe”, é “amar a Palavra de Deus continuamente".
APELO
           
grandes recompensas que o homem só encontra na Palavra de Deus.
O texto bíblico nos coloca diante de algumas verdades incontestáveis:
      I.        Os ensinos práticos e doutrinários de Deus estão diante de nós em Sua Palavra.
    II.        Por outro lado todos os nossos caminhos estão diante de Deus. Salmo 139
A melhor opção, escolha e decisão, é o que diz a Palavra de Deus:
Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração!” Heb. 4:7b
Qual é a decisão que você quer tomar agora?
Continuar rejeitando a Deus?
Abrir o seu coração e vida para Deus entrar?

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Champlin. R.N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo. Vol. IV Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cantares. Hagnos, São Paulo, 2ª Edição, 2001
Chapman M. L., Purkiser  W. T., Wolf E. C., Harper A. F.. Comentário Bíblico Beacon. Reis Book’s Digital. Vol. III, Livros Poéticos,  Jó a Cantares. CPAD, 1ª Edição, Rio de Janeiro, 2005
Radmacher EarI D., Allen Ronald B., House H. Wayne. O Novo Comentário Bíblico. Antigo Testamento com Recursos Adicionais. Editora Central Gospel. 1ª Edição, Rio de Janeiro 2010
Pfeiffer Charles F.. Comentário Bíblico Moody. Vol. II Josué a Cantares, 1ª Edição, Imprensa Batista Regular, São Paulo, 1985

Pr. José das Graças Silva Oliveira






quinta-feira, 10 de abril de 2014

REFLEXÃO

Como o Inferno Glorifica a Deus?

James M. Hamilton Jr.03 de Abril de 2014 - Deus
Para entendermos a maneira como o inferno glorifica a Deus, precisamos ver o inferno à luz da grande história da Bíblia, do seu ponto de vista e da sua caracterização de Deus e do homem.
A Grande História da Bíblia
A história da Bíblia, como todas as histórias, tem um começo, um meio e um fim.
O começo
Deus cria um lugar perfeito e coloca nele um homem e uma mulher inocentes. Deus estabelece os termos e afirma, com clareza, a consequência de transgredirem seus termos. Um inimigo mente para a mulher inocente. Ela acredita na mentira, quebra os termos de Deus, e o homem a acompanha no pecado. Deus amaldiçoa o inimigo e dá início às consequências da transgressão, amaldiçoando também a terra. Na maldição lançada sobre o inimigo, Deus afirma que o descendente da mulher ferirá a cabeça do inimigo, enquanto o inimigo ferirá o calcanhar do descendente. O homem e a mulher são banidos do lugar perfeito.
Meio
A humanidade foi dividida em dois grupos: a descendência da mulher e a descendência da serpente, os justos e os ímpios. Os descendentes da mulher são inicialmente um subconjunto da nação de Israel, uma linhagem de descendentes que Deus escolheu abençoar. Eles experimentam um refazer do começo da história. Deus os coloca em uma terra prometida e estabelece os termos. Eles quebram os termos e são banidos dessa terra, mas Deus continua a prometer que o inimigo será derrotado, ainda que isso tenha que acontecer por meio de um doloroso derramamento de sangue do descendente da mulher.
Então, Jesus vem como o descendente prometido da mulher. Ele esmaga a cabeça do inimigo, e o inimigo fere o seu calcanhar – Jesus morre na cruz. Por ser ele inocente e haver resistido a todas as tentações, a morte não pode retê-lo. Jesus vence triunfantemente a morte, satisfazendo a justiça de Deus contra o pecado e abrindo o caminho de salvação para todos os que crerão nele.
Fim
A criação será como uma mulher que sofre dores em trabalho de parto: os ímpios atacarão perversamente os justos, que confiam em Deus e dão testemunho da verdade de Deus, até serem mortos. Isto continuará até que Jesus venha de novo. Quando Jesus vier de novo, julgará os ímpios e os enviará à punição eterna. Ele levará aqueles que creram na Palavra de Deus e no testemunho de Jesus para um novo lugar perfeito.
A Bíblia nos Dá o Ponto de Vista de Deus...
Esta história não é simplesmente uma história; ela apresenta o ponto de vista de Deus sobre o mundo. Pense comigo no ponto de vista da Bíblia, a perspectiva dos autores bíblicos.
O ponto de vista deles é que Deus estabelece os termos e que Deus sempre está certo. Aqueles que rejeitam os termos de Deus estão errados e enfrentam as consequências que Deus afirmou quando estabeleceu os termos. Além disso, a Bíblia não somente representa o ponto de vista dos autores bíblicos, mas também reivindica falar por Deus. Ou seja, a Bíblia reivindica apresentar o ponto de vista de Deus sobre o assunto.
...Sobre Deus, o Homem e o Nosso Estado Diante de Deus
Como são apresentados os personagens na Bíblia? Eles são apresentados principalmente por suas palavras e ações, mas a Bíblia também avalia seus personagens. Pensemos brevemente como a Bíblia caracteriza Deus, os homens e Jesus.
A Bíblia ensina que Deus sempre faz e diz o que é correto. Ele sempre cumpre a sua Palavra. Nada pode frustrar o seu propósito. Deus é livre e bom. A Bíblia sempre justifica a Deus. Ou seja, a Bíblia sempre mostra que Deus é justo. Paradoxalmente, a Bíblia também mostra que Deus é misericordioso.
Por outro lado, todos os homens fazem e dizem o que é errado, o que revela falta de confiança em Deus. Por palavras e atos, os humanos transgridem os mandamentos de Deus. Os homens corromperam a boa criação de Deus, perverteram seus ótimos dons e, de toda maneira, têm atacado a Deus, que lhes dá vida e todas as coisas boas. Por isso, todos os humanos merecem condenação.
Como afirmamos antes, há dois grupos de humanos. Um grupo é caracterizado por confiar em Deus, concordar com seus termos, confessar que têm quebrado os termos, abandonar suas transgressões e procurar crer nas promessas de Deus, de modo que possam viver de acordo com os seus termos. O outro grupo rejeita Deus e seus termos, se recusa a admitir sua culpa, se recusa a abandonar o mal e se une ao inimigo.
Jesus mostrou por suas palavras e atos que era plenamente humano e plenamente Deus. Jesus nunca transgrediu os mandamentos de Deus. Ele resolveu o grave problema. Jesus se deu em favor de outros. Qualquer que se opõe a ele ou o rejeita está se opondo à bondade e ao amor e rejeitando-os. Qualquer que se opõe a ele e o rejeita merece condenação. Aqueles que o recebem e se unem a ele, fazem isso nos termos dele, que são os termos de Deus e envolvem confissão de pecado, arrependimento e confiança em Jesus.
Então, Como o Inferno Glorifica a Deus?
Como tudo isto nos ajuda a entender como o inferno glorifica a Deus?
Este mundo é a história de Deus. Ele falou e o trouxe à existência, e o mundo continua a existir porque Deus continua falando. O universo é sustentado pela palavra do poder de Deus. É a sua história. Ele é o Autor cujo ponto de vista é comunicado na Bíblia e cujas caracterizações definem os participantes no drama.
O inferno é um ato de Deus em cumprir sua Palavra. O fato de que Deus manda os ímpios para o inferno mostra que ele é fiel e justo. Se Deus não aplicasse os termos que ele mesmo estabeleceu, não cumpriria sua Palavra e seria infiel. Se Deus não enviasse os ímpios para o inferno, ele não manteria seu próprio padrão de justiça e não seria justo. Se Deus não punisse os rebeldes no inferno, os justos não seriam vindicados. De fato, se não houvesse realmente inferno, poderíamos concluir que os justos estavam errados por terem confiado em Deus.
No entanto, o inferno existe e os justos são sábios por confiar em Deus. O inferno mostra a glória da justiça de Deus. O inferno vindica aqueles que obedecem aos termos de Deus, ainda que sofram terrivelmente por fazerem isso. O inferno vindica os justos que foram perseguidos pelos ímpios. O inferno glorifica a Deus.
Você não concorda com isso? Pode muito bem se unir a Shere Khan em opor-se a Rudyard Kipling. Ou, de novo, poder ter tanta chance de mudar o enredo, o ponto de vista ou a definição dos personagens, quanto Sauron teve de mudar a mente de Tokien. Isso não acontecerá. Você é uma criatura na obra de arte do Criador. Aceite o fato. Ele é o Criador, não você. Quanto deveríamos levar a sério aqueles que se opõem ao inferno ou tentam reescrever a história para que o inferno não seja parte dela? Com tanta seriedade quanto tomamos Hamlet criticando a obra de Shakespeare. Hamlet não teve existência independente. Ele só poderia criticar Shakespeare se o autor decidisse escrever essa cena.
Deus criou um universo em que a sua misericórdia tem significado precisamente porque não anula a sua justiça. Para ser justo e demonstrar misericórdia, Deus tem que cumprir sua promessa de punir a transgressão. Na apresentação bíblica da verdadeira história do mundo, Deus mantém a justiça na cruz e no inferno. Jesus morreu na cruz para estabelecer a justiça de Deus e garantir que os que se arrependem do pecado e creem em Cristo recebam misericórdia que é também justa. Deus pune os ímpios no inferno para manter a justiça contra todos os que se recusam a arrepender-se do pecado e dar graças a ele.
Em resumo, o inferno glorifica a Deus porque:
· Mostra que Deus cumpre sua palavra;
· Mostra a infinita dignidade de Deus, a qual dura para sempre;
· Demonstra o poder de Deus em subjugar todos os que se rebelam contra ele;
· Mostra quão indizivelmente misericordioso ele é para com aqueles que confiam nele;
· Confirma a realidade do amor por trazer justiça contra aqueles que rejeitam a Deus, que é amor;
· Vindica todos os que sofreram por ouvir ou proclamar a verdade da Palavra de Deus;
· E mostra a enormidade do que Jesus realizou quando morreu para salvar, do inferno que mereciam, todos os que creriam nele. Se não houvesse o inferno, não haveria a necessidade da cruz.
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O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
Fonte: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/664/Como_o_Inferno_Glorifica_a_Deus
James M. Hamilton Jr.
James M. Hamilton Jr. é professor associado de Teologia Bíblica no Southern Baptist Theological Seminary, em Louisville (Kentucky). É...
Publicado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sylvester Stallone Testemunha Sobre Sua Fé

Sylvester Stallone, de Rocky e Rambo, se entrega novamente a Cristo



Sylvester Stallone, famoso pelos filmes “Rocky” e “Rambo”, voltou a suas raízes cristãs, numa experiência de conversão que ele diz o libertou das pressões do mundo.
“Quanto mais vou à igreja”, disse Stallone, de acordo com o boletim CitizenLink de Focus on the Family, “e quanto mais me entrego ao processo de crer em Jesus e escutar Sua Palavra e deixá-Lo me guiar no que faço, mais sinto como se as pressões sumissem de cima de mim”.
No filme de Stallone, Rocky Balboa, o último na série de filmes “Rocky”, ele reflete sobre seguir Cristo e não sobre enfrentar batalhas sozinho.
“É como se [Rocky] estivesse sendo escolhido, como se Jesus estivesse sobre ele, e como se ele fosse o cara que viveria sempre o exemplo de Cristo”, Stallone disse numa conferência com pastores e líderes religiosos no ano passado. “[Rocky agora] é muito, muito perdoador. Não há amargura nele. Ele sempre vira a outra face. É como se sua vida inteira fosse sobre servir”.
“Fui criado num lar cristão, e aprendi a fé cristã e fui até onde consegui”, disse Stallone. “Até que um dia, sabe, entrei no tão chamado mundo real e conheci a tentação. Praticamente me desviei do caminho e fiz uma porção de escolhas erradas”.
Stallone disse que ele quer comunicar para as audiências a importância de freqüentar a igreja e receber apoio no compromisso de viver a fé cristã.
“Precisamos ter a experiência e a orientação de outra pessoa”, disse ele. “Não podemos treinar a nós mesmos. Sinto do mesmo jeito acerca do Cristianismo e acerca do que a igreja é: A igreja é a academia de ginástica da alma”.
A estória de um Rocky que sente culpa espiritual e lê a Bíblia antes de cada luta foi escrita pela própria experiência de vida do ator, disse Stallone.
“A maior parte dos meus filmes anteriores era cheia de sangue”, ele declarou para o jornal San Francisco Chronicle. “Eles eram os resultados criativos de minha juventude, quando meu casamento não estava indo bem e me sentia seduzido pelas tentações de Hollywood”.
“Precisei realmente passar por meus testes e tribulações”, ele disse, “antes que eu pudesse ser homem o suficiente para saber escrever o tipo de estória que ‘Rocky Balboa’ é”.
Stallone desenvolveu um kit de recursos grátis para líderes, em associação com Motive Entertainment, para ajudar os pastores e líderes de igreja a utilizar a mensagem cristã do filme. O kit inclui um guia de líderes (grátis por download) que lida com as questões de coragem, integridade, fé, vitória e propósito, relatou o jornal Christian Examiner. O guia tem várias abordagens feitas para suprir as várias necessidades dos pastores, líderes de jovem, líderes de ministérios de leigos e pais.


Fonte: Lifesite / Gospel+
Via: Portal Renascer
Divulgado por http://deniseefiel.blogspot.com.br
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira