http://igbavitoria.blogspot.com.br/

sábado, 21 de abril de 2012

Novelas brasileiras passam imagem de país branco, critica escritora moçambicana


A romancista moçambicana Paulina Chiziane, com a frase  'Temos medo do Brasil.' chamou a atenção do público do seminário A Literatura Africana Contemporânea, que integra a programação da 1ª Bienal do Livro e da Leitura, em Brasília (DF).
Foi um desabafo inesperado! Ela disse, que em Moçambique as telenovelas,   igrejas, templos brasileiros e outros produtos culturais, têm transmitido uma falsa imagem do Brasil.
Segundo ela a imagem do Brasil que os moçambicanos contemplam é a de um país branco, ou na melhor das hipóteses um país mestiço. Refere-se a Pelé como o único negro valorizado e bem sucedido no Brasil, enquanto nas telenovelas o que se vê são os negros como empregados domésticos, varrendo e carregando coisas. Ela conclui que essas representações por fim contribuirão para eternizar as desigualdades raciais e sociais. 
Esta autora é a primeira mulher a escrever um livro em Moçambique, e disse que foge de limitar a mulher ao papel de submissa, incapaz de pensar e condicionada somente a servir.
Sobre as igrejas e templos brasileiros em seu país ela disse que ninguém respeita a cultura nativa do seu povo e dessa maneira o trabalho que fazem acaba por destruir a cultura local.
Sobre essa palavra a respeito das telenovelas e das igrejas há algumas observações muito importantes que gostaria de fazer:
  1. Pelo que vemos no dia a dia, as novelas só ensinam coisas erradas e ruins para a família e para a sociedade: elas distorcem tudo sobre relacionamentos familiares, ensinando todos os tipos de  desonestidades, traições, engano, violência, assassinatos, mentiras e incredulidade, e como disse  Chiziane, ensinam na prática o preconceito racial e social.
  2. Em termos religiosos, para nós Batistas,  que  em nossos Cursos, Congressos e Seminários de Missões,  enfatizamos o respeito que se deve ter com as culturas nativas, a escritora Chiziane não está dizendo muita coisa, porque temos tido esse cuidado.
  3. O resultado imediato da pregação e ensino do Evangelho é a transformação radical da vida dos convertidos. Tudo o que não agrada a Deus em todas as áreas, é rejeitado, e  uma nova vida surge, como disse o apóstolo Paulo: "Mas, se alguém está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas se passaram e eis que tudo se fez novo!" II Cor. 5:15
Através da Junta de Missões Mundiais da CBB, estamos com os nossos missionários brasileiros em todos os continentes, e quando entramos em um novo país para evangelizá-lo, procuramos  levar transformações de vida em todos os sentidos: na pacificação do lugar, na educação, na alimentação, na saúde, mas especialmente na vida religiosa, porque cremos que as mudanças sempre acontecem a partir  da mudança na vida religiosa das pessoas. No versículo citado acima, Paulo diz que uma nova criatura só pode acontecer em Cristo.
Se a cultura do país fosse a coisa mais importante para os nativos desses países, e se resolvesse os problemas dos seus habitantes, então eles não precisariam de ajuda alguma de mais ninguém, mas o que vemos nesses países é analfabetismo quase total, fome, miséria, doenças já erradicadas em outros países matando as suas populações, guerras e muito sofrimento.
A Bíblia diz, que "Bem-aventurada é a nação, cujo Deus é o SENHOR!" (Salmo 33:12). Nestes países africanos, o que tem feito com que eles sejam arrasados pela miséria, é a falta de Deus, devido a idolatria e o fetichismo que estão em todos os seus cantos e lugares.
No meu humilde modo de ver, o que disse Chiziane, é um fator muito positivo para o povo de Deus que está evangelizando os povos africanos, porque revela, que o Evangelho está surtindo o efeito positivo que esperamos em seus países, que pessoas estão sendo salvas e transformadas por Jesus Cristo. 
As Igrejas Batistas estão fazendo a Campanha de Missões Mundiais/2012. Que palavra encorajadora para todos nós, que estamos enviando missionários para esses países!

Fonte: Agência Brasil e http://noticias.br.msn.com

Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

Bispos estão assustados com queda do número de católicos



De acordo com os dados apresentados pelo padre Thierry, os evangélicos representam 21,93% da população, enquanto 6,72% declaram não terem religião.
Os católicos praticantes - aqueles que vão à missa, recebem os sacramentos e participam da comunidade - são apenas 5% Aparecida - Ainda na expectativa dos dados coletados pelo Censo de 2010, os 335 bispos que participam da 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) estão assustados com a queda do número de católicos, cuja percentagem caiu de 83,34% para 67,84% nos últimos 20 anos. Esses números serão ainda mais assustadores de acordo com as informações coletadas pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), na previsão do padre jesuíta Thierry Lienard de Guertechin, do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento (Ibrades), organismo vinculado à CNBB.
Padre Thierry apresentou ao episcopado um quadro das religiões baseado em levantamento da Fundação Getúlio Vargas e das Pesquisas de Orçamentos Familiares do IBGE, resultado de entrevistas com 200 mil famílias realizadas antes do censo. "Com certeza, há algumas distorções que espero serem corrigidas pelas estatísticas do IBGE, que ouviu cerca de 20 milhões de brasileiros", disse o diretor Ibrades. 
Os dados até agora disponíveis subestimam a queda da porcentagem de católicos e o crescimento de igrejas evangélicas pentecostais. "Perdemos o povo, porque, se o número absoluto de católicos cresce, caíram os números relativos, que dizem a verdade", alertou o cardeal d. Cláudio Hummes, ex-prefeito da Congregação do Clero no Vaticano e ex-arcebispo de São Paulo. "Não basta fazer uma bela teologia em pequenos grupos, se os católicos que foram batizados não são evangelizados", disse o cardeal na missa dos bispos, na manhã desta sexta-feira, na Basílica de Aparecida. Lembrando que o papa Bento XVI está preocupado com a perda da fé ou descristianização em todo o mundo, a começar pela Europa, d. Cláudio afirmou que "é preciso começar pelo começo" no esforço para garantir a perseverança dos católicos e reconquista daqueles que abandonaram a Igreja. 
De acordo com os dados apresentados pelo padre Thierry, os evangélicos representam 21,93% da população, enquanto 6,72% declaram não terem religião e 4,62% dizem praticar religiões alternativas. Em sua avaliação, essas porcentagens teriam de ser analisadas com mais rigor, porque refletem um quadro confuso na denominação das crenças. O termo católico aparece em sete igrejas, incluindo a Igreja Católica Romana, enquanto os evangélicos são identificados com mais de 40 denominações. O grupo mais numeroso depois dos católicos é o da Assembleia de Deus, com 5,77%. "O número de seguidores de Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, que aparece com 1% nas pesquisas é na realidade maior", estima padre Thierry. Ele alerta também para outro fator de distorção, que é a multiplicidade da prática religiosa, as pessoas ouvidas nas pesquisas declaram terem uma religião, mas frequentam mais de uma igreja. Isso ocorre com evangélicos e também com espíritas que se dizem católicos. 
A prática religiosa pelos batizados é outra coisa que preocupa dos bispos. Os católicos praticantes - aqueles que vão à missa, recebem os sacramentos e participam da comunidade - são apenas 5%, ou cerca de 7 milhões num universo estimado em pouco mais de 130 milhões de fiéis. Entre os evangélicos, a porcentagem é mais maior. Padre Thierry dá valor relativo ao alto índice de católicos nas últimas décadas do século 19, quando a sua participação na população ultrapassava 99%. É bom lembrar a perseguição sofrida na época pelas religiões afro-brasileiras e os preconceitos sofridos pelos protestantes, diz o diretor do Ibrades. Ao recuar ainda mais na formação religiosa do povo brasileiro, padre Thierry lembra os cristãos-novos ou judeus convertidos à força ao catolicismo, que também eram perseguidos.

Notícias Cristãs com Informações da AE via Exame


Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

PEDOFILIA DIPLOMATIZADA


 
Este é um fato que foi  divulgado na noite da última quarta-feira
O delegado Dr. Johnson Monteiro, responsável por este caso,  afirmou   a BBC Brasil um indício de pedofilia, praticado por um diplomata iraniano, contra quatro meninas de 9, 11, 14 e 15 anos de idade, no clube  'Vizinhança 1' de Brasília.
O diplomata foi encontrado pela Polícia Militar e encaminhado a uma delegacia em Brasília, identificado como um dos diplomatas do Irã no Brasil, foi lavrado um Boletim de Ocorrência, e após o depoimento das testemunhas, o pedófilo foi liberado. 
Mesmo os documentos  tendo sido encaminhados ao Itamaraty para apreciação, nada se pode fazer para prender, processar e nem multar o pedófilo estrangeiro em terra brasileira, porque ele é portador de imunidade diplomática.
Essa  vergonha chamada imunidade diplomática é um arranjo internacional, como muitos que, também, se fazem no Congresso Nacional e Senado no Brasil, para livrar em todos os sentidos os envolvidos em escândalos e corrupção.
A imunidade diplomática foi estabelecida pela Convenção de Viena. Tanto o Brasil quanto o Irã possuem esse direito adquirido e assinado pelas suas autoridades lá naquela Convenção.
Após o incidente, Ghorbani foi encaminhado pela Polícia Militar a uma delegacia em Brasília. Lá, foi identificado como integrante do corpo diplomático do Irã e, posteriormente, liberado.
As garotas afirmaram, que o diplomata tocou as partes íntimas delas durante o lazer na piscina do clube.
Fontes ouvidas pela BBC Brasil confirmaram que o nome do diplomata pedófilo é Hekmatollah Ghorbani, 51 anos, casado, com credenciais entregues ao Ministério das Relações Exteriores desde fevereiro de 2010 quando iniciou o seu trabalho no Brasil.
O diplomata Ghorbani é conselheiro da embaixada iraniana. Este é o terceiro cargo de importância na hierarquia iraniana em termos de representação diplomática.
A Embaixada do Irã no Brasil ao invés de averiguar a pouca vergonha do seu funcionário, agiu como é costume deles quando perseguem os cristãos em seu país:
  • Disse em nota divulgada, que tudo foi um "mal entendido", ou seja, que tudo foi uma mentira e invenção das meninas.
  • Disse que o caso foi gerado devido as diferenças culturais entre o Brasil e o Irã.
O mais incrível dessa história é que a Embaixada Iraniana, através da nota divulgada, criticou a cobertura feita pela imprensa brasileira sobre o fato.
Na crítica eles dizem ser alvo de "acusação tendenciosa", intencional e propositada, especialmente por que se tratar do Irã.
Eu queria entender algumas coisas a partir da nota da Embaixada Iraniana sobre este episódio:

  1. Lá no Irã, país que se identifica como tão moralista ao ponto de assassinar  mulheres suspeitas de adultério, aproveitar-se de situações para molestar meninas menores, inclusive de 9 anos de idade,  é normal entre eles?
  2. A pedofilia faz parte do "comportamento cultural" dos iranianos?
Esperamos que o Ministério de Relações Exteriores trate esse caso com justiça e rigor, e que pelo menos expulse do nosso país esse pedófilo.
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira











sexta-feira, 20 de abril de 2012

Pastor é espancado por muçulmanos na Turquia

Um pastor foi espancado por um grupo de muçulmanos na Turquia que invadiram a sua igreja durante o culto e ameaçaram matá-lo caso ele não recitasse a confissão da fé islâmica naquele momento


Semih Sertek, (58), teve sua igreja atacada em Istambul, no distrito de Bahcelievler, logo após um culto no dia 7 de abril, no qual sua Igreja celebrava a Páscoa.
Ele disse: “Alguém bateu com muita força na porta da igreja e todos ficaram assustados. Quando abrimos a porta, eles entraram zombando de nós. Eu pedi que eles se retirassem, mas eles continuaram nos insultando. Eles ameaçaram me matar se eu não me convertesse ao islamismo. Eles me chutaram e me bateram”.
Havia, pelo menos, três agressores que tinham a idade em torno de 18 anos e usavam chapéus islâmicos em suas cabeças.
O Pastor Sertek acredita que o ataque foi aleatório e que não era intencionalmente dirigido a ele. Ele foi mentor de três cristãos que foram brutalmente assassinados em Malatya, em abril de 2007.
O ataque contra a igreja do pastor Zertek aumentou ainda mais os temores entre os líderes da igreja na Turquia, pois muitos eventos parecidos ocorreram nos últimos tempos. O Pastor Krikor Ağabaloğlu disse: “Os ataques contra líderes cristãos sumiram por um tempo, mas aos poucos estão voltando a acontecer”.
Outro pastor, Orhan Picaklar, de uma igreja protestante em Samsum, disse que tem vivido com escolta, o dia todo, nos últimos quatros anos, por causa das ameaças de morte que recebeu. Sua igreja é vigiada e tem seguranças, mas mesmo os cristãos têm medo de entrar no templo.
A Turquia é predominantemente muçulmana e os cristãos constituem menos de 0,1% da população, que enfrenta discriminação, restrições e perseguições religiosas. O país é apontado como um dos líderes mundiais na violação das liberdades religiosas, divulgado pela Comissão de Liberdade Religiosa dos EUA (USCIRF).
Leia o livro CRISTÃOS SECRETOS e saiba mais sobre o cotidiano de cristãos que vivem em países de maioria muçulmana, como o Iraque. Irmão André e Al Jansen; Ed. Vida.

FonteBarnabas FundTraduçãoLucas GregórioPostado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Cristãos palestinos falam sobre suas dificuldades


Os líderes das igrejas na Palestina ficaram horrorizados com as falsas alegações que porta-vozes israelenses fizeram contra os cristãos palestinos nas últimas semanas, como o embaixador Michael Oren 


"Nós não estamos perplexos com seu posicionamento, ao defender o discurso oficial de Israel, mas pela forma como ele tem abertamente distorcido os fatos e a situação dos cristãos palestinos, que buscam a justiça e a paz".
Esses porta-vozes estão erradamente propagando uma imagem cínica e enganosa sobre a perseguição contra os cristãos. Toda sexta-feira, celebramos um culto com a participação de centenas de cristãos palestinos em Belém, Ramallah e Jerusalém.
O culto, celebrado próximo às antigas oliveiras, não foi um momento para orar pelo “fim da perseguição feita pelos muçulmanos”, mas sim para que Israel não confiscasse as terras que pertencem a 58 famílias palestinas, o que seria uma perda inestimável para a população cristã local.
Desde a ocupação israelense que começou em 1967, Israel confiscou milhares de hectares que pertenciam a cristãos e muçulmanos palestinos. Nas áreas metropolitanas de Jerusalém e Belém, famílias cristãs têm sido gravemente afetadas pela política de colonização israelense.
Por exemplo, cerca de 5 mil hectares de terra no norte de Belém foram anexadas ao território israelense para criar assentamentos ilegais, bairros que agora são ironicamente chamados de “Nova Jerusalém”.
A população cristã cresceu significativamente em Israel nos últimos anos. Grande parte desse “crescimento”, tanto em Israel quanto na Palestina, é devido à imigração de estrangeiros. Considerando os inúmeros casos de abusos, se Israel continuar com suas políticas de confiscar terras e demolir residências, a comunidade cristã em Jerusalém irá diminuir drasticamente.
Para concluir, os cristãos palestinos praticamente não são perseguidos pelos muçulmanos palestinos. “O fim da ocupação israelense permitiria que todos esses povos, sejam eles cristãos ou muçulmanos, desenvolvessem o potencial de conseguirem viver lado a lado”.
Pedidos de oração
• Ore para que haja paz em Israel, entre israelenses e palestinos; entre judeus, cristãos e muçulmanos.
• Ore para que as autoridades israelenses não confisquem terras e casas dos palestinos (cristãos ou não).
• Ore para que o incomparável amor de Deus através de Jesus una os povos que habitam a “terra santa”.

Acesse nosso catálogo de produtos e saiba como doar através de nossascampanhas.

FonteThe Jerusalem Post
TraduçãoLucas Gregório
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

Cristão é absolvido de acusação de blasfêmia no Paquistão