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segunda-feira, 27 de maio de 2013

MÊS DA FAMÍLIA: O PAI

                                                        
DEUS É O MODELO DE PAI QUE O FILHO PRECISA
Texto bíblico:João 17:17-25
17- Santifica-os pela Tua verdade; a Tua palavra é a verdade!
18- Da mesma maneira como me enviaste ao mundo, Eu os enviei ao mundo.
19- Em benefício deles Eu me consagro, para que igualmente eles sejam consagrados pela verdade.
20- Não oro somente por estes discípulos, mas igualmente por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da mensagem deles.
21- Para que todos sejam um, Pai, como Tu estás em mim e Eu em Ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste.
22. Eu lhes tenho transferido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos.
23- Eu neles e Tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo creia que me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.
24- Pai, eu desejo que os que me deste estejam comigo onde Eu estou e contemplem a minha glória, a glória que me outorgaste, porque me amaste antes da criação do mundo.
25- Pai justo, o mundo não te tem conhecido; Eu, porém te conheci, assim como eles entenderam que Tu me enviaste.
INTRODUÇÃO
Neste texto Jesus ensina que os valores e padrões do cristão devem ser diferentes daqueles que são do mundo.
Jesus ministra estes ensinamentos, através de uma oração pelos seus discípulos de todos os tempos.
É provável que, esteja ensinando que tais atitudes essenciais da vida cristã são alcançadas com  oração.
Ele ensina que,tomando-O como exemplo, até mesmo a oração do crente, deve ser instrutiva.
Nesta ministração  Jesus Cristo ensina que, Deus é o modelo de pai que os filhos precisam.  
1.DEUS É O MODELO DO PAI VERDADEIRO EM SUAS PALAVRAS. (17)
Verdadeiro, esse é um atributo moral de Deus:
  • Ele é Verdadeiro em Sua palavra!
  • Ele é Verdadeiro em suas atitudes!
  • Ele é Verdadeiro em Seus propósitos!
  • Ele é Verdadeiro em Suas promessas!
O pai que quer ser respeitado pelos seus filhos, também, precisa ser verdadeiro no que fala, nas atitudes com os seus filhos, nos propósitos e alvos da vida e nas promessas.
Nos relacionamentos familiares a verdade é o grande instrumento que Deus usa, para a santificação dos Seus servos.
É esse instrumento que o Espírito Santo usa para operar a transformação necessária em todas as relações humanas.
Deus, como Pai, por ser Verdadeiro, a Sua palavra pode instruir os seus filhos no caminho que devem andar!
2. DEUS É O MODELO DO PAI PRESENTE SEMPRE EM COMUNHÃO COM O FILHO. (21-22)
Viver em casa com os filhos não significa que o pai está presente com eles. Existe muita solidão no relacionamento do pai com os seus filhos, mesmo estando todos dentro da mesma casa.
Estes dois versículos tratam de relacionamentos excelentes.
Esses relacionamentos se expressam em presença e comunhão entre pai e filhos.
Na criação, Deus fez pai e filhos com a mesma natureza e as mesmas características. 
Nos relacionamentos entre pai e filho Jesus ensina a necessidade de serem unidos, também,  nos propósitos e alvos.
Jesus está falando aqui, de companheirismo vital conduzido pelo Espírito Santo, cujos resultados imediatos são:
  • Harmonia!
  • Amor!
  • Comunhão!
  • Respeito Mútuo!
  • Paz no relacionamento!
  • Busca de propósitos comuns!
  • Cuidados recíprocos!
As dúvidas e os conflitos familiares dividem aqueles que se amam, e só servem de tropeço para todos.
Jesus ensinou que, “...todo reino dividido contra si mesmo não pode subsistir; de igual modo,   uma casa dividida contra si mesma, não poderá subsistir jamais!” Marcos 3:24-25
Em nosso texto básico Jesus  está falando de:
  • Unidade de relação pessoal.
  • União de amor.
  • Unidade na relação entre ambos os corações.
A verdade mais patente que possa ser dita, é que “pai não é o que faz a criança e a coloca no mundo!”
Pai é aquele que sempre está presente na vida dos seus filhos, e vive em comunhão com eles proporcionando-lhes alegrias,segurança e bênçãos.Deus é o modelo desse pai.
Nem sempre os filhos são aquilo que os pais  esperaram. Muitos saem fora da linha e tornam-se pessoas más, violentas e chegam a ser condenadas pela sociedade e pelas leis.
Tais filhos podem chegar a um ponto de abandono total e serem excluídos da sociedade, mas o verdadeiro pai sempre estará ao lado de tais filhos, amando-os, ajudando-os e procurando alternativas que possam melhorá-los.
3. DEUS É O PAI MODELO DE AMOR. (23)
A idéia de comunhão perfeita inclui a prática de um verdadeiro amor!
O poder do amor é a mais elevada expressão:

  • De relações éticas!
  • De relações entre quem governa e governados!
É o amor que leva a pessoa a ser um cristão verdadeiro em suas relações familiares e demais!
3.1- Como Pai Deus provou o Seu Amor   dando glória ao Filho. (24)
É o poder do amor que dá ao indivíduo à disposição de fazer o que é direito e bom.
É esse poder que dá ao homem o não conformar-se com o mal.
É o amor que abre as portas para a prática da bondade!
O mais inexplicável aqui é que, a glória dada pelo Pai para Jesus Cristo, era a cruz!
Mais inexplicável ainda é que Jesus Cristo geralmente dizia que seria glorificado e não crucificado!
Como pai modelo de amor Deus ofereceu a glória ao Seu Filho através:
  • Da  vida do Seu Filho!
  • De suas obras!
  • De suas palavras!
  • De sua relação especial com Seu Filho!
A glória de um pai cristão pode ser vista quando o mundo puder ver nele o reflexo de Deus.
Pode ser contemplada quando o mundo ver no pai crente a dedicação aos filhos.
O mundo precisa ver o reflexo de Deus envolvendo o pai crente e o reflexo do pai crente na vida dos seus filhos!
Como aconteceu com Deus e Jesus Cristo, Pai e Filho, a glória que o pai proporciona aos filhos,pode envolver grandes lutas e sacrifícios.
Mas o amor coloca o pai lado a lado com os seus filhos, se for preciso até na morte.  
3.2- Como Pai Deus provou o Seu Amor amando o Seu Filho,  antes de Tudo o que Criou. (24)
Como modelo de amor, Deus amou ao Seu Filho, antes de criar ou fazer qualquer outra coisa!
Esse é o amor e  mandamento que devem governar todas atitudes e todos os relacionamentos familiares do pai pelos filhos e dos filhos para com o pai.
“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros!” João 13:35
O amor de Deus ao Seu Filho e vice-versa foi um amor ativo dentro do tempo:
  • Vemos esse amor de Deus Pai  ao Filho, antes dele fazer qualquer outra coisa.(24)
  • Vemos esse amor entre o Pai e o Filho na Criação. João 1:1-3
  • Vemos esse amor do Pai ao Seu Filho, ao aprovar a missão dEle no início do Seu ministério:
E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.  E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. Mat. 3:16-17
  •  Vemos esse amor de Pai ao ouvir os pedidos do Seu Filho:
“Tiraram, pois, a pedra de onde o defunto jazia. E Jesus, levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. Eu bem sei que sempre me ouves...!” João 11:41-42ª
Jesus nos ensina que, a prioridade do pai deve ser os seus filhos.É assim que age um pai verdadeiro.
O ensino aqui é que, o pai precisa amar os seus filhos mais do que a sua profissão, o seu trabalho, o seu lazer, os seus amigos, e demais familiares.
É assim que Jesus nos apresenta o Seu Pai como modelo de amor.
4. DEUS É O MODELO DE PAI JUSTO EM SEUS PROPÓSITOS. (25)
Pai Justo! È a maneira de Jesus dirigir-se ao Seu amoroso Pai.
Justo é um Atributo Moral de Deus.
Justo é contraste de:

  • Incredulidade!
  • Pecado!
  • Insensibilidade!
  • Injustiça!
Nesta Oração de Jesus Ele identifica Deus como Pai pelo menos seis vezes e uma delas é dando-Lhe o adjetivo de Pai Justo.
Um dos nomes de Deus no Velho Testamento é JAVÉ-TSIDQUENU –
O Senhor justiça nossa. Jeremias 23:6
Justo é um atributo moral de Deus. Atributos morais são aqueles que Deus possui e dá aos homens o privilégio de compartilhar em suas atitudes.
  • Deus é justo em Suas ordens.

Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente!” Salmo 19:8-9
O pai cristão precisa ser justo com os seus filhos naquilo que deles exige.
  • Deus é Justo ao corrigir e punir!
“Embora se ire todos os dias, Deus é um juiz justo!”  Salmo 7:11 “Justo és, ó SENHOR, e retos são os teus juízos. Salmo 119:137
Neste mundo atual tão conturbado, o pai cristão não pode “perder a cabeça” em qualquer que seja a situação. 
A cultura dos nossos dias é a de rebeldia, e isso inclui os nossos filhos, e o pai cristão precisa ser sóbrio e moderado no corrigir e punir os seus filhos, quando isso for necessário.
  • Deus é Justo em Seu plano de salvação. João 3:16-18
Ele não salva ninguém por imposição! Salva por meio da decisão do próprio interessado!
Quem quiser e crer é salvo! (João 3:16,17 e 18ª)
Quem rejeitar e não crer em Cristo como único e suficiente Salvador, já está condenado. (João 3:18b)
CONCLUSÃO
Quando pai e filhos são controlados  pelo amor e a comunhão, o resultado será alegria abundante entre ambos e na família.
O verdadeiro pai busca a glória dos seus filhos mesmo que seja difícil ao seu coração e ao coração dos filhos.
Jesus faz a Oração Intercessória pelos seus discípulos e logo depois da oração foi: Diretamente à traição, à condenação, e à cruz!
Jesus não falou mais com os discípulos até à Sua ressurreição.
São belíssimos estes ensinamentos de Jesus Cristo,  porque foram as últimas palavras em Seu ministério terreno e ditas antes das mais tremendas horas.
Vemos, assim,que as últimas palavras de Jesus Cristo em Seu ministério terreno, foi contemplando o relacionamento entre pai e filhos, porque Jesus valorizou esse comportamento.
APELO
Refletindo nestes ensinamentos, que tipo de pai é você?
Você tem procurado valorizar o seu relacionamento para com os seus filhos?
Tome Deus como exemplo de pai e você e os seus filhos serão abençoados e farão a sua família feliz.


Pr. José das Graças S. Oliveira




sábado, 25 de maio de 2013

MÊS DA FAMÍLIA

MARIA É O EXEMPLO DE MÃE PRESENTE EM TODAS AS SITUAÇÕES
Texto: João 19:25; Mat. 13:53-56 e Lucas 23:49
“Próximo à cruz de Jesus estavam sua mãe, a irmã dela, Maria, mulher de Cleopas, e Maria Madalena!” João 19:25

53 E aconteceu que Jesus, concluindo estas parábolas, se retirou dali.
54 E, chegando à sua pátria, ensinava-os na sinagoga deles, de sorte que se maravilhavam, e diziam: De onde veio a este a sabedoria, e estas maravilhas?
55 Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?
56 E não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto? Mat. 13:53-56

“Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia, permaneceram a contemplar estas coisas!” Lucas 23:49

INTRODUÇÃO
O mundo dos nossos dias precisa de mães que sejam exemplares na criação dos seus filhos.
Maria, a mãe de Jesus, deixou um exemplo digno de ser seguido, de mãe verdadeira.
Ela foi mãe verdadeira em todos os momentos e circunstâncias do seu filho.
As mães devem aprender com a mãe de Jesus, que para ser uma mãe verdadeira precisa ser uma mãe presente.
Que seja presente não somente nos bons momentos, mas em todas as circunstâncias.
Quando o  filho estiver sendo condenado por todos, a mãe precisa ser aquela que esteja presente do seu lado com todo o seu amor a ele.
Como foi com Jesus, que  no trágico e necessário final,humanamente, Ele não sentiu-se completamente sozinho.
No lugar da mais profunda dor do seu filho, ao pé da cruz, entre as várias mulheres que amavam a Jesus, ali estava Maria a sua mãe, sempre presente:
1.MARIA FOI MÃE PRESENTE,NÃO DEIXANDO O FILHO SENTIR-SE NA SOLIDÃO. João 19:25
No momento da crucificação, ali estava a mãe de Jesus. Alguns evangelistas dizem que ela estava à alguma distância, enquanto o apóstolo João registra que ela estava alí, próximo à cruz.
Estava confusa, aflita, sumida em sua dor, mas estava ali, provando o seu amor pelo  filho, não  abandonando-o.
Este é o amor de mãe, que pode  expressar um amor  real ao seu  filho em circunstância tão deprimente e triste!
As mais tremendas experiências não podem romper o amor verdadeiro.
Mãe é aquela presença amiga para o filho, colocada por Deus, para todos os momentos da vida.
2. MARIA FOI MÃE PRESENTE, OBSERVANDO SEMPRE O QUE ENVOLVIA SEU FILHO.
    “Estavam presentes várias mulheres, observando de longe!” Mt. 27:56
No momento da crucificação Jesus era considerado pelas autoridades, um criminoso, e nocivo aos planos dos que o crucificaram.
     Maria arriscou-se estar ali, chorando por um homem condenado, mas estava ali observando tudo.
     Sempre é perigoso e pode até levar à condenação, estar tão ligado e amar a alguém condenado pela sociedade.
     Ilustr. ”A mulher do George Araújo de Souza, proprietário da Pizzaria em Aparecida de Goiânia, que assassinou a menina de doze anos de idade.
Após o assassinato da menina, o criminoso veio correndo e encontrou a sua esposa na porta. Ela deu-lhe a chave do carro para ele fugir.
Resultado? Está sendo julgada e certamente pegará uma pena, que poderá chegar a três anos de reclusão!
Razão: A justiça considerou que, ao dar a chave do carro para o marido, ela estaria sendo conivente com o crime!”
Como mãe de Jesus, Maria, também, poderia ser vista como participante de tudo o que fazia dele um condenado.
Maria fez, o que todas as mães devem fazer: Ela enfrentou tudo, para estar ao lado do seu filho.
     Só uma mãe verdadeira e presente arrisca-se a esta situação.
     O apóstolo João afirmou:No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor!” I João 4:18
     Mãe verdadeira não é a que pariu um filho, e, sim,  aquela que, amorosamente, está presente nas alegrias e nos infortúnios dele.
3.MARIA FOI MÃE PRESENTE SEGUINDO O SEU FILHO
Estavam presentes várias mulheres, observando de longe; eram discípulas, que vinham seguindo Jesus desde a Galiléia!” Mt. 27:56
Por ser a sua mãe, Maria  esteve presente  no nascimento, na vida, na crucificação, e na ressurreição de Jesus!
O seu amor a fez seguir ao seu filho na vida e na morte!
 I.     ELA ACOMPANHAVA A JESUS.
 “Estavam também ali algumas mulheres, observando de longe; entre elas, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé; as quais, quando Jesus estava na Galiléia, o acompanhavam e serviam; e, além destas, muitas outras que haviam subido com ele para Jerusalém!” Marcos 15:40-41
Muitas mães não têm sucesso na criação dos seus filhos, porque não acompanham nada do que lhes acontece nos vários momentos da vida!
Maria foi aquela mãe que, acompanhou o seu filho durante toda a vida dEle na terra, sendo-Lhe fiel  até o fim!
Ela viu com os próprios olhos, todos os novos começos do seu filho. (28:1; João 20:11-18)
II.     ELA SEGUIA A JESUS
“Estavam presentes várias mulheres, observando de longe; eram discípulas, que vinham seguindo Jesus desde a Galileia, para o servirem, entre as quais estavam Maria Madalena, Maria mãe de Tiago e José; a a mãe dos filhos de Zebedeu!” Mateus 27:56-57
No momento da crucificação de Jesus, Maria, a Sua mãe, estava ali.
Ela podia não entender o que se passava com o seu filho, mas podia amá-Lo.
Provou esse amor, estando presente ali, e isso deveria ser a coisa mais natural do mundo para qualquer mãe.
Aos olhos da lei Jesus podia ser um condenado, mas para Maria era o seu o filho querido!
Não importa o que aconteça com o seu filho, é assim que a mãe deve comportar-se, e nunca negligenciar a sua presença.
3.MARIA FOI MÃE PRESENTE SERVINDO SEMPRE AO SEU  FILHO. Mt. 27:56
“E estavam ali, olhando de longe, muitas mulheres que tinham seguido Jesus desde a Galileia, para  servi-Lo!” Mat. 27:55
O momento da crucificação Foi muito impressionante!
     Os discípulos, que juraram  estar com Jesus até ao ponto de morrerem por Ele, todos fugiram, abandonando-O!
Somente a Sua mãe e algumas outras mulheres, ficaram ali, bem perto da rude cruz!
     Maria foi aquela mãe que viu o fim do seu filho, porque esteve servindo-Lhe até a morte dele, quando todos o abandonaram!
     ILUSTR.: “Um  momento muito emocionante e triste do meu ministério, foi quando em Terra Nova do Norte-MT, fomos à marcenaria buscar o caixão do pai de um irmão da igreja que havia morrido, e este caixão foi fabricado tão pessimamente, que eu e ele terminamos a construção do caixão para o seu pai!
Aquela cena em que comigo, o filho fez um caixão para o seu pai, nunca saiu-me da memória!”
      Maria teve tristeza bem semelhante! Sendo a mãe de Jesus, ela ajudou a prestar os últimos serviços ao seu filho: Ungindo o Seu corpo.
Foram os últimos tributos de amor a seu querido filho, ungindo e perfumando o Seu corpo para a sepultura, com as essências mais cheirosas daquele tempo.
Por ter sido exemplo de mãe presente, Maria está, também, no centro da história, no último fato importante da crucificação de Jesus: A tumba vazia!
Na manhã do terceiro dia após a crucificação, as mulheres que seguiam a Jesus foram ver a sepultura, onde haviam colocado o corpo de Jesus; Encontraram-na vazia, e um anjo que anunciou-lhes a ressurreição.
Estas mulheres, entre elas Maria, foram as primeiras testemunhas da ressurreição de Jesus Cristo.
Estas mulheres voltaram com muita alegria, e contaram a sua história ao resto dos discípulos, e eles se negaram a acreditar.
Por ter sido uma mãe presente, Maria testemunhou a maior vitória do seu filho: A ressurreição! E tornou-se uma das primeiras testemunhas da ressurreição de Jesus Cristo.
CONCLUSÃO
Talvez a resposta esteja no fato, quando Jesus esteve entre todos da sua família, e Ele viu a grande rejeição deles: “Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa. E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles!” Mat. 13:55-58
Depois da falta de cuidado da sua família por Ele, havia alguma razão pela qual Jesus encarregou a João, para a tarefa de cuidar da Sua mãe: Talvez, por ser o discípulo a quem Jesus amava. Nós confiamos em quem amamos!
Jesus encarregou a João que cuidasse de Maria e encarregou a Maria que cuidasse de João para que ambos se consolassem quando Ele já não estivesse presente.
Jesus foi grato à sua mãe, pelos cuidados que ela sempre teve por Ele.
Quando a mãe é presente na vida dos seus filhos, certamente receberá deles a reciprocidade do amor.
Neste cenário todo Jesus, também, é exemplo do amor e do cuidado que devem nortear os relacionamentos entre mãe e filhos.
Verdadeiro lar é aquele, no qual a mãe e os seus filhos interagem reciprocamente, buscando o bem de todos.

APELO:
Qual é o tipo de mãe que os seus filhos podem ver em você?
Você que é filho ou filha, qual tem sido a sua gratidão pelo amor que sua mãe tem consagrado a você?
Para que o relacionamento entre mãe e filhos seja exemplar, é necessário a reciprocidade dos valores. Amém!


Pr. José das Graças Silva Oliveira