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quinta-feira, 17 de março de 2011

Evangélica, Janaina deseja fazer ensaio nu "bem selvagem"


Sorrindo bastante e cheia de sonhos – os quais afirmou não terminarem com a abertura da porta de saída da mansão do BBB – Janaína do Mar, em conversa com jornalistas no Projac, na Zona Oeste do Rio, logo após a eliminação, na noite de terça (1º), reconheceu que sua bondade excessiva a prejudicou no jogo.

“Faltou malícia, mas sou assim. No momento em que meu coração grita, já foi! Claro que não estou feliz por ter saído, tinha muita coisa a fazer ainda ali. Se alguém pensa que abrir aquela porta é o fim de um sonho, para mim é o contrário, o sonho só começa e o meu sempre foi dar orgulho aos meus pais”, disse.

A ex-sister não se inibiu diante das perguntas (muitas!) sobre sua fobia por palhaços, fato revelado durante o reality.

“Foi uma provocação gostosa da produção. é algo que sempre tive muita vergonha e, naquele momento, tive que enfrentar. Fiz tratamento por três meses, mas queriam fazer regressão, daí parei, morro de medo, acho que a pessoa volta meio retardada da regressão. Mas acredito que seja um problema de vidas passadas mesmo”, destacou.

Na torcida por Daniel, Jana preferiu não apontar nenhum vilão no jogo e surpreendeu ao afirmar que, mesmo sendo evangélica, tem planos de um ensaio nu bem ousado.

“Quero algo bem selvagem, cheio de poses, no mar”, disse, às gargalhadas.

A mulata vibrou também com a notícia de que a X-9 Paulistana, escola de samba da qual é princesa, já tem uma fantasia separada para ela. Mas foi mesmo o reencontro com seu “Preto” que deixou Janaína eufórica.

“Essa noite o Preto não aguenta, tenho até pena! Estou com a boca inchada porque pulei nele pra beijar e bati no dente, maior mico”, contou.


Fonte: O Fuxico
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

Padre afirma que Igreja precisa aceitar diversidade sexual


O padre jesuíta Luís Corrêa Lima diz em entrevista que a Igreja precisa manter um dialogo aberto com a comunidade GLBT para conhecer a sua realidade e passar a conviver com a diversidade sexual.

Lima relembra que no passado, gays, lésbicas e bissexuais viviam no anonimato ou à margem da sociedade e hoje junto com travestis e transexuais, exigem respeito e reconhecimento, e reivindicam direitos.

“A correta evangelização, portanto, é uma estrada de duas mãos, do intercâmbio entre a Igreja e as culturas contemporâneas. Nós só podemos saber o que a Palavra de Deus significa para nós hoje, e que implicações ela tem, com um suficiente conhecimento da realidade atual, que inclui a visibilização da população LGBT”, diz o padre.

Citando textos do Concílio Vaticano ele diz que é necessário um intercâmbio vivo e permanente entre a Igreja e as diversas culturas dos diferentes povos. E que uma carta do Vaticano aos bispos, em 1986 diz que nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna.

Se nos séculos passados o homoerotísmo era tratado como um pecado nefano e em outros tempos era um caso a ser julgado e condenado até mesmo à pena de morte, hoje a Igreja precisa ficar atenta pois o Conselho Federal de Psicologia proíbe as terapias de reversão.

Diante disso o padre defende a ideia de que não cabe hoje à Igreja encaminhar os gays a terapias de reversão ou para orações de cura, pois essas são formas escamoteadas de exorcismo.

“Algumas pessoas são homossexuais e o serão por toda vida”, diz Lima que em outro trecho afirma que “o conhecimento e a estima recíprocos são também o melhor caminho para o diálogo entre a Igreja e o mundo gay.”

Contextualizando a situação atual dos homossexuais no Brasil, que já aceita a união estável entre pessoas do mesmo sexo, o padre jesuíta acredita que ainda há um grande desafio a ser vencido pela comunidade GLBT.

“O grande desafio da diversidade sexual é fazer-se compreender pela sociedade, não como uma ameaça, mas como uma pluralidade existente na condição humana que enriquece o mundo. No fundo, as pessoas querem ser elas mesmas, reconhecidas e aceitas pelos outros”, diz.

As razões que dificultam o consentimento das religiões aos homossexuais, na visão do padre Luís Corrêa Lima, é que as grandes religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo – enraízam-se em tradições milenares consignadas em textos sagrados antigos, situados em horizontes socioculturais diferentes do nosso.

“A mensagem cristã precisa se reinventar sempre se quiser ser Boa Nova”, acredita. Lima ainda diz que a Bíblia fala sobre os eunucos de “nascença” que ele interpreta como sendo os homossexuais.

“Jesus afirmou que há eunucos de nascença, eunucos feitos pelos homens e eunucos que assim se fizeram pelo Reino dos Céus (Mt 19,12). Esta frase, um tanto estranha, tem um sentido literal e um sentido não literal. No caso de eunucos feitos pelos homens, trata-se de castração.

No caso de eunucos pelo Reino dos Céus, trata-se do próprio Jesus e dos que renunciaram ao casamento para se dedicarem inteiramente à obra de Deus. Não há propriamente castração. E quem são os “eunucos de nascença”? Para os primeiros leitores do Evangelho, talvez fossem pessoas com um defeito físico que impossibilita o casamento. Mas para nós, hoje, é indispensável considerar aqueles que por natureza, em razão de sua libido, não se destinam ao casamento tradicional. São os gays. Eles têm seu lugar no plano divino. E também devem tê-lo na sociedade e na Igreja”, encerra o padre.

Eu gostaria de destacar alguns pontos desta palavra do padre jesuíta:
1º) Os Concílios do Vaticano, deste mesmo Vaticano que é uma grande indústria da incredulidade, por ser responsável pela maior porcentagem de idolatria que há no mundo, não tem autoridade bíblica para dizer o que é certo ou errado na vida cristã e para as igrejas cristãs.
2º) Esse padre como sempre eles fazem, está lidando com a Bíblia, como se ela fosse um livro obsoleto, arcáico e ultrapassado. A Bíblia nunca foi autoridade cristã para o Vaticano e os seus seguidores. 
3º) Ele diz: "Algumas pessoas são homossexuais e o serão por toda a vida!" Isso só demonstra que, os seus pressupostos estão longe do que a Bíblia diz. Deus não criou ninguém "Coluna do meio". A Bíblia diz:"E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou!" (Gên. 1:26-27)
     A Bíblia em nenhum lugar menciona Deus, criando um ser humano que tem um sexo e ao mesmo tempo tem a preferência sexual diferente da que Ele lhe deu.
4º) O padre chega ao cúmulo de dizer, que o "eunuco" citado muitas vezes na Bíblia, é o "gay" de hoje, com seu lugar dentro dos planos de Deus. 
     Que grande heresia é essa pregada por esse padre, o que para nós não existe nada de novo nisso. O que há em abundância dentro do catolicismo é heresia. Mas aqui o padre foi longe demais. Ele simplesmente está dizendo, que Deus planejou e criou o homossexualismo.
5º) O "gay" é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna.
     A primeira afirmação é correta: O homossexual também é uma criatura de Deus, como homem ou mulher, criado como homem ou criado como mulher.
     Acertou também ao afirmar que, o "gay" também é um destinatário da graça de Deus. Todos os seres humanos são destinatários da graça de Deus. Deus ama a todos e quer salvar a todos, "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna!" (João 3:16)
     Mas o maior erro desse padre é fazer do "gay" um filho de Deus e herdeiro da vida eterna. Isso é um desconhecimento descomunal do que a Bíblia diz. O que a Bíblia diz sobre isso?
a) Para tornar-se filho de Deus é necessário crer em Jesus Cristo e recebê-Lo na vida: "Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus!" (João 1:12)
     Sobre essa questão de ser filho na Bíblia, veja mais essa referência:" Quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo. Aquele que é nascido de Deus não peca habitualmente; porque a semente de Deus permanece nele, e não pode continuar no pecado, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do Diabo: quem não pratica a justiça não é de Deus, nem o que não ama a seu irmão!" ( I João 3:8-10). O texto bíblico diz, que filho de Deus não vive habitualmente no pecado. Diz ainda que há "filhos de Deus" e "filhos do Diabo"
b) Para ser herdeiro da vida eterna, é necessário aceitar o plano de Deus para a salvação do pecador: Reconhecer que é pecador; arrepender-se dos seus pecados e confessá-los a Jesus Cristo; Crer em Jesus Cristo e recebê-Lo como o plano de Deus para a salvação: " E o testemunho é este: Que Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu FilhoQuem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vidaEstas coisas vos escrevo, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna!" (I João 5:11-13). O próprio Jesus Cristo disse: "Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê, já está condenado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus!" (João 3:17-18)
     Se o padre que escreveu a postagem e os demais colegas seus amam realmente os homossexuais, que demonstrem isso anunciando-lhes a verdade clara na Bíblia.

Fonte: Amai-vos - Gospel Prime
Postado pelo Pr. José das Graças Silva Oliveira

quarta-feira, 16 de março de 2011

Disque Perseguição Religiosa

Um número telefônico para perseguir os que se opõem ao homossexualismo

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz 
O Brasil não tem uma lei que tipifique como crime a oposição ao homossexualismo. O PLC 122/2006, que pretende isso, foi desarquivado graças a um requerimento da Senadora Marta Suplicy (PT/SP)[1], eleita com o apoio de Gabriel Chalita[2], membro da Canção Nova.
Porém, mesmo antes de o PLC 122/2006 ser aprovado, o governo Dilma já criou um “serviço” de perseguição àqueles que desaprovam o vício contra a natureza. No dia 29 de fevereiro de 2011, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, anunciou que o Disque 100, número gratuito que recebe 24 horas por dia, ligações em defesa dos direitos humanos em todo o país, passaria a receber denúncias de “ações homofóbicas”[3]. São palavras da ministra: “Vamos criar uma rede de contatos em parceria com estados e municípios, com o objetivo de obter dados mais reais de casos de homofobia no país e garantir que os culpados sejam investigados e punidos”.
Note-se que, mesmo sem previsão legal, a ministra já quer dar punição aos que não encaram com naturalidade as condutas antinaturais. Quem denuncia não precisa preocupar-se, pois é garantido o “sigilo da fonte”. Portanto, no final do segundo mês da posse de Dilma, seu governo já instalou a perseguição religiosa baseada em ligações telefônicas gratuitas e anônimas. Os que professam a fé cristã devem estar preparados para um policiamento semelhante à KGB soviética e à Gestapo nazista. Alguns exemplos ajudarão a esclarecer a gravidade do quadro.
1. A Santa Missa está sendo celebrada. Durante a homilia, o sacerdote faz alusão ao primeiro capítulo da carta de São Paulo aos Romanos, que condena fortemente o homossexualismo, tanto feminino quanto masculino (Rm 1,26-28). Cita as palavras do Apóstolo segundo o qual o entregar-se a “relações contra a natureza” (Rm 1, 26) foi o castigo daqueles que “trocaram a verdade de Deus pela mentira” (Rm 1,25). Nesse momento alguém passa pela frente da igreja e se sente incomodado com a pregação. Dirige-se a um telefone público e denuncia o celebrante “homofóbico”.
2. Uma mãe de família, preocupada com a integridade moral das crianças, resolve não admitir uma lésbica para trabalhar como babá de seus filhos. A candidata ao emprego, vendo-se frustrada, pega seu telefone celular e denuncia aquela senhora por essa “ação homofóbica”.
3. O dono de um estabelecimento comercial pede que se retirem dois homens que estão praticando atos obscenos. Eles saem, mas procuram imediatamente um telefone para denunciar o comerciante que não tolera a “diversidade sexual”.
4. O reitor de um seminário descobre, espantado, que um dos seminaristas é homossexual. Ele havia tentado seduzir um dos colegas, mas este levara o caso à reitoria. Diante do reitor, o homossexual confessa sua conduta. Com caridade, mas também com firmeza, o reitor decide afastar esse estudante do seminário. O Bispo diocesano apoia essa decisão. Inconformado, o ex-seminarista disca para o governo denunciando como “homofóbicos” o reitor, o bispo e o colega que não se deixou seduzir.
Por ora, sem uma lei “anti-homofobia”, é difícil imaginar o que o governo poderá fazer contra os cidadãos denunciados. Pois, segundo preceito constitucional, “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal” (art. 5º, XXXIX, CF). Parece que o “Disque Homofobia” foi criado em previsão (e em preparação) à aprovação do PLC 122/2006. Tudo está preparado para a instalação do terror depois que a lei for aprovada.
Os militantes pró-homossexualismo, para ganhar adeptos a sua causa, tentam mostrar estatísticas (verdadeiras ou falsas) de homicídios ou lesões corporais praticados contra pessoas homossexuais. Dizem que é indispensável criar uma lei para coibir essa “onda de violência”.
Lamentavelmente, nem todos os cristãos sabem se posicionar com firmeza diante desse argumento. Alguns dizem que tal lei é necessária, mas não admitem que as penas propostas sejam tão severas. Outros dizem que a lei é desnecessária, uma vez que a legislação penal já pune os crimes contra a vida, a integridade física e a honra dos cidadãos. Quase ninguém atinge o núcleo da questão para dizer que a proposta de lei não é apenas “desnecessária”, mas totalmente absurda. Imaginemos a história seguinte.
Brasil sem ebriofobia?
O governo brasileiro se mostrou preocupado com o alto número de bêbados vítimas de homicídio, lesão corporal ou injúria. Considerando esse quadro como fruto de um “preconceito” contra os ébrios, o presidente lançou o programa “Brasil sem ebriofobia”. O objetivo foi convencer a população a respeitar a opção “beberal” de cada um, sem privilegiar o comportamento abstêmio em relação ao comportamento alcoólatra. Para isso, foram promovidas passeatas de “orgulho ébrio”, nas quais os bêbados, portando garrafas de aguardente, eram calorosamente acolhidos pelos governantes. Nas escolas, as crianças passaram a aprender que ser ébrio ou ser abstêmio eram duas orientações “beberais” legítimas. Ninguém deveria considerar o alcoolismo como um vício ou como uma doença. Nem a sobriedade podia ser considerada uma virtude. No Congresso Nacional foi aprovada uma lei “antiebriofobia”, que considerou crime qualquer manifestação contrária aos alcoólatras. A lei passou a punir com penas especiais os homicídios, lesões corporais e injúrias quando a vítima fosse um ébrio. E assim, os bêbados ficaram livres de um “preconceito” que pesava sobre eles desde muitos séculos.
Analisando a história
O caso narrado acima é evidentemente absurdo. Se o ébrio tem direitos, os tem apenas na qualidade de pessoa, mas não na qualidade de ébrio. A embriaguez não acrescenta – nem pode acrescentar – direitos ao cidadão normal. O absurdo da fictícia lei “antiebriofobia” era querer dar direitos a um vício. Se um bêbado é morto, o homicida deve ser punido, conforme a legislação penal. Mas é absurdo que o autor do crime receba uma pena extra pelo fato de a vítima ser alcoólatra. O mesmo se diga das lesões corporais e injúrias praticadas contra um ébrio.
O que a embriaguez e o homossexualismo têm em comum? Vejamos esta passagem da primeira carta de São Paulo aos coríntios: “Então não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10). A Palavra de Deus elenca, portanto, entre os que não terão parte no Reino de Deus tanto os ébrios (“bêbados”) como os homossexuais (“efeminados” e “sodomitas”).
Se um homossexual é assassinado, o homicida deve ser punido. Mas é um absurdo que a lei imponha uma pena especial pelo fato de a vítima ser homossexual. O mesmo se diga de alguém que espanca um homossexual. Não tem cabimento que o autor responda por um crime mais grave do que a lesão corporal prevista no Código Penal.
O núcleo do PLC 122/2006 é que ele, pela primeira vez na história legislativa brasileira, pretende dar direitos ao vício. Em nosso país isso é inédito, embora já existam coisas semelhantes em leis estrangeiras, com efeitos desastrosos.
O amor aos pecadores
Os pecadores têm um lugar especial no Cristianismo. Jesus disse textualmente: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. [...] Com efeito, eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Mt 9,12-13). Ele, que acolheu a mulher adúltera que estava para ser apedrejada (Jo 8,2-11) e o ladrão que fora crucificado ao seu lado (Lc 23,39-43), não rejeitaria um homossexual penitente. Certamente, Ele o perdoaria dizendo: “Vai, e de agora em diante, não peques mais” (Jo 8,11).
O auxílio que Jesus veio trazer aos pecadores é libertá-los do pecado. Afinal, disse Ele, “quem comete pecado é escravo” (Jo 8,34).
O PLC 122/2006 pretende, não libertar os homossexuais, mas consolidar sua escravidão. Longe de estimular uma verdadeira mudança de conduta (“conversão”), o projeto pretende glorificar o vício contra a natureza. Numa total inversão de valores, ele pretende que sejam punidos como criminosos aqueles que censuram o comportamento antinatural.
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira 

Os fiéis do sexo



Cada vez mais segmentadas, igrejas evangélicas se voltam para a conversão e o acolhimento de atores pornôs e prostitutas


As religiões pregam que todo ser humano deve ser acolhido por uma igreja, independentemente do "pecado" que carregue. Mas para que o fiel se sinta à vontade para bater às portas de um templo, elas vão ficando cada vez mais segmentadas, formando tribos com perfis parecidos. Atualmente, estão em expansão as denominações evangélicas que se identificam com a questão sexual. Elas abrigam atores pornôs, prostitutas, homossexuais e travestis, entre outros. Nesses templos, a conversão é desejável, não obrigatória. Importante é se aproximar de Deus.

O conceito faz parte do discurso do pastor Giuliano Ferreira, 29 anos. Ele comanda desde 2005 a Assembléia de Deus Ministério de Madureira, em Ribeirão Bonito, interior de São Paulo.As pessoas que freqüentam o lugar se sentem confortadas pela história de salvação do religioso. Há quatro anos, ele ainda era conhecido como Juliano Ferraz, um dos mais atuantes atores pornôs brasileiros, com cerca de 300 filmes nacionais e internacionais.

Giuliano entrou para a indústria pornô em 1999. Com o ofício, conseguiu comprar três casas e ajudar a família. "Mas a angústia crescia junto com a prosperidade financeira", afirma. Largou tudo quando alguns colegas contraíram o vírus da Aids. "Era um sinal para eu parar." O pastor diz que não proíbe ninguém de participar de seus cultos por causa de escolhas pessoais. "Sei que minha história fortemente ligada ao sexo atrai, por exemplo, prostitutas. Elas se identificam com meu passado e acham que também podem mudar de vida. Mas não forço nada nem as recrimino", diz.

As igrejas que acolhem profissionais do sexo despontaram em Michigan, nos Estados Unidos, há cinco anos. Lá, um grupo de jovens pastores criou a XXX Church - as três letras "x" fazem um som parecido com a palavra sex. O alvo é a indústria de filmes pornôs. Empunhando a Bíblia, os pastores pornôs, como se auto-intitulam, invadem os sets de filmagem, na tentativa de tirar alguns atores da carreira. Mas, explicam, recebem da mesma forma aqueles que não desistem da profissão.


Em feiras eróticas, pregam e vendem camisetas em que se lê "Jesus ama astros pornôs". O site xxxchurch.com recebeu no último mês um milhão de visitas. Em janeiro de 2009, a igreja inaugurará o templo oficial, em Las Vegas.


No Brasil, a igreja Projeto 242, em São Paulo, se inspirou no exemplo americano para criar o site Sexxx Church, que existe há nove meses. Ainda não há diálogo com a indústria pornô, conta Jota Mossad, responsável pela página. Houve contato com a produtora Brasileirinhas, mas ninguém retornou. O objetivo é converter? "A idéia é criar uma amizade, não apontar o dedo e dizer 'o que você faz é errado'. Mas mostrar que a pornografia alimenta a indústria da exploração sexual", afirma.

O nome 242 vem de uma passagem do Novo Testamento, no livro Ato dos Apóstolos, capítulo 2, versículo 42 ("E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações"). "A mensagem desse trecho da Bíblia mostra que Jesus e os apóstolos creram num espírito comunitário. É a nossa filosofia", diz o pastor Sandro Baggio. Entre os planos da igreja está a venda de uma camiseta nos mesmos moldes da americana na Erótica Fair, feira programada para outubro, em São Paulo. Com o dinheiro arrecadado, será dado início à produção de um Novo Testamento. Na capa, a sugestiva mensagem "Jesus ama todos".

Fonte: Istoé
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

COISAS DOS APÓSTOLOS DOS NOSSOS DIAS

Fiéis esperam pela "ressurreição" de dois dos seus pastores

Os fiéis de uma igreja protestante do Oeste do Quênia rejeitaram, desde a semana passada, exumar dois dos seus pastores, mortos num acidente de trânsito, na esperança que eles venham a "ressuscitar", informou nesta segunda-feira, fontes citadas pela France Press (AFP).

Patrick Wanjohi e Francis Kamau Ndekei, pastores da "Família do reino dos céus" (KSF), encontraram a morte num acidente de trânsito sobre a auto-estrada ligando a capital Nairobi à Nakuru (oeste), onde está baseada a KSF.

"Justamente que eles estão a dormir, eles não estão mortos ", estimou "o apóstolo" e líder da KSF, John Kimani.
Tal como Jesus foi ressuscitado no "terceiro dia", após a sua crucificação, segundo o Evangelho, "o apóstolo " do KSF, tinha anunciado a ressurreição dos dois pastores para quinta-feira passada, o que não aconteceu, noticiou o diário local The Star.

Assim, os caixões contendo os seus restos mortais foram depositadas no respectivo templo, onde fiéis, agrupados em centenas, fazem orações pelo "milagre" há muito esperado.

"As nossas orações continuarão até esta quinta-feira. Assim, se eles não retornarem à vida, vamos enterrá-los prometeu o "apóstolo" Kamani.

Fonte: Agência Angola Press 
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

Corpo de evangélica está há 3 dias aguardando ressurreição


Uma senhora de 66 anos de idade, há vinte anos não andava em decorrência de Artrite e Artrose. Evangélica desde criança, a irmã Neide teve uma revelação antes de morrer e fez um pedido aos familiares. Para os mais próximos e familiares ela foi arrebatada e esperam um milagre.

Entenda o caso

Ao tomar café na manhã do sábado, a senhora começou a orar em ministério e proferindo as seguintes palavras – “vou ser arrebatada e muitos vão pensar que estou morta, mas estou viva”.

Com a voz fraca pediu que não mexessem em seu corpo em três dias. E foi o que aconteceu. Na manhã de terça-feira (27) completaram-se três dias que o corpo da Irmã estava na sala da sua residência, sem aplicação de nenhum produto. O impressionante é que o corpo não sofreu nenhuma alteração e não exala mau cheiro. Este fato foi constatado por vários médicos. No laudo, a causa-morte foi parada cardíaca.

A família em um ato de fé e respeito ao pedido da evangélica abriu as portas da residência, localizada no bairro de Jaguaribe, àqueles que desejam conhecer o caso que chama a atenção de todos desde o fim de semana. Nossa equipe esteve e constatou a presença do corpo.“Que Deus possa trazer a vida dela de volta”, essas são as palavras de um presente no velório, lembrando da felicidade da irmã Neide.Mesmo acreditando na ressurreição, familiares já providenciaram toda documentação do sepultamento, que estava previsto para as 9h de hoje, mas foi novamente adiado o enterro. Todos aguardam a ressurreição.

Fonte : Notícias Cristãs
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira

Nepotismo no meio evangélico


Numa época de extrema crise moral, em que o Nepotismo praticado no meio político tem sido alvo de severas críticas por parte da mídia e da sociedade em geral, é possível detectarmos tal prática em alguns "arraiais" evangélicos desse país. Lideranças eclesiásticas que governam sobre grandes rebanhos decidiram compartilhar a "gordura das ovelhas" com seus queridos familiares, adotando um modelo administrativo do tipo "mordomia familiar", sendo assim, nomeando parentes e agregados para os principais cargos da igreja, vale salientar que tais nomeações são acompanhadas de generosas remunerações. Tais procedimentos são fundamentados por meio de atos supostamente democráticos com o intuito de legitimar o Nepotismo.

Tais lideranças se empenham em projetar uma imagem de ortodoxos e conservadores para justificar o seu autoritarismo e intimidar o rebanho e amordaçar os indivíduos para evitar qualquer questionamento dos seus atos, pois, nesses sistemas não existe espaço para críticas, porque implicitamente se proclama um tipo de "infalibilidade pastoral".

É lamentável admitirmos que no Brasil existem grandes ministérios, cujo o Nepotismo é uma prática tão evidente. Infelizmente ainda existe muita ingenuidade e alienação no meio evangélico, pois, basta alguém dizer "Deus me revelou" , " O Senhor me falou", é suficiente para que uma grande maioria aceite qualquer imposição sem nenhuma reflexão, nem se quer procuram analisar a partir das Escrituras Sagradas. Uma minoria consciente nesses contextos fica sem poder de reação diante de uma maioria alienada, vale lembrar aqui o "mito da caverna" do filósofo grego Platão.

Apesar dos argumentos desenvolvidos até agora, entendo que pode ser apropriado, coerente e até mesmo da vontade de Deus, que alguns líderes utilizem parentes, nomeando para cargos administrativos ou consagrando-os ao sacro ministério, todavia, isso deve ser feito de forma equilibrada e transparente, com o conhecimento e aprovação geral do grupo.

Infelizmente, alguns líderes encontraram no ministério ou na administração eclesiástica uma solução para os seus filhos e parentes em geral, que não conseguiram nenhum êxito na vida secular, isto é, não são aptos para nada, só para o ministério eclesiástico. Vivemos em um país com altos níveis de desemprego, onde as pessoas que têm uma formação profissional ou acadêmica, conseguiram tal feito com muita luta e sacrifício.

Não é justo justo nem honesto que profissionais habilitados fiquem de fora do mercado de trabalho, enquanto alguns setores da sociedade praticam essas políticas parternalistas que beneficiam um "bando" de incompetentes e excluem os verdadeiramente habilitados. É tremendamente contraditório quando tal atitude é praticada no contexto cristão-evangélico, o que é totalmente contrário a doutrina da mordomia cristã ensinada na Palavra de Deus, nesse contexto, o apóstolo Paulo diz "Que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus" I Co 4.1.

Despenseiro não combina com Nepotista. Como profetas do Senhor e arautos da verdade não podemos nos omitir diante de tais abusos, não podemos ser indiferentes a esse desvio de finalidade praticado por algumas lideranças evangélicas nessa nação. Esses tais precisam saber que não são donos da igreja, não podem manipular o patrimônio do povo Deus da maneira que bem entenderem.


Fonte: Blog Reflexões Teológicas
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira